Veja o trailer do filme Wolverine: Imortal

Wolverine: Imortal

Wolverine: Imortal

14 Ação Fantasia Aventura Duração: 2h 16min

O que é Wolverine: Imortal?

Wolverine: Imortal é um filme de ação e fantasia que leva Logan para o Japão em uma trama de redenção pessoal. Após matar Jean Grey em X-Men: O Confronto Final, o mutante abandonou os X-Men e vive como ermitão na selva.

A sinopse gira em torno de um convite do magnata Yashida, salvo por Logan em Nagasaki em 1945. O velho quer transferir seu fator de cura para Logan e lhe dar uma vida mortal. A recusa do herói o coloca no meio de uma guerra familiar envolvendo a Yakuza, a neta Mariko e a mutante Víbora, capaz de manipular venenos.

É um aventura solo que mistura artes marciais, drama samurai e a mitologia do personagem. Dirigido por James Mangold, o filme antecede a cronologia de Logan e prepara o terreno emocional para o encerramento da jornada de Hugh Jackman como Wolverine.

Quando estreou e por que ele importa

Wolverine: Imortal chegou aos cinemas brasileiros em 26 de julho de 2013, sete anos após o último filme solo do personagem. A produção custou cerca de 120 milhões de dólares e arrecadou mais de 414 milhões no mundo, número considerado abaixo das expectativas da Fox para uma franquia principal dos X-Men.

Na crítica, o longa dividiu opiniões: a primeira metade foi elogiada pelo tom intimista e pela ambientação japonesa fiel, mas o terceiro ato recebeu críticas pelo excesso de CGI e pelo vilão genérico.

Hoje, o filme é lembrado como uma etapa de transição. Ele aprofundou o lado vulnerável de Logan e abriu caminho para o encontro com o Professor Xavier e Magneto, e principalmente para Logan (2017), que se tornou o ponto final definitivo da jornada do mutante vivido por Hugh Jackman.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a primeira metade é um western japonês com garras de adamantium. As cenas de luta coreografadas, o trem-bala e a reconstrução visual de Nagasaki funcionam muito bem. Hugh Jackman entrega uma das interpretações mais contidas do personagem, explorando culpa e solidão.

Ponto fraco: o terceiro ato aposta pesado em efeitos digitais e perde a sobriedade construída antes. O vilão robótico samurái e a resolução apressada comprometem o ritmo. A vilã Víbora não empolera e se dilui em um papel funcional.

Para fãs do universo X-Men, vale a sessão por conectar o arco de redenção de Logan ao contexto japonês da HQ de Chris Claremont e Frank Miller. Para quem não acompanha a franquia, funciona como um thriller de ação com estilo, apesar do desfecho irregular.

Curiosidades dos bastidores

  • O roteiro é inspirado na minissérie de Wolverine escrita por Chris Claremont e desenhada por Frank Miller em 1982, a primeira incursão solo do personagem fora dos X-Men.
  • James Mangold substituiu Darren Aronofsky, que abandonou o projeto por conflitos de agenda com a produção de Cisne Negro.
  • A cena do trem-bala levou cerca de três semanas de filmagem e exigiu treinamento específico de Hugh Jackman em esgrima de katana.

Perguntas frequentes

Wolverine: Imortal tem cena pós-créditos?

Sim. Há uma cena pós-créditos que conecta o filme a X-Men: Apocalipse (2015) e a Logan (2017), mostrando um Professor Xavier e um Magneto abatidos. É considerado essencial para a linha do tempo da saga.

Wolverine: Imortal se passa depois de qual filme?

A história acontece após os eventos de X-Men: O Confrongo Final (2006), com Logan ainda abalado pela morte de Jean Grey. A cena de abertura mostra flashbacks de Nagasaki em 1945.

É preciso ter assistido os outros X-Men para entender?

Não é obrigatório, mas ajuda. Quem viu os filmes anteriores entende melhor o peso emocional de Logan e a importância do Professor Xavier e de Magneto na cena final.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de quadrinhos e da saga X-Men, especialmente quem curtiu a fase de Chris Claremont nos anos 80.
  • Interessados em cinema japonês, samurais e dramas de honra ambientados no Japão contemporâneo.
  • Quem gostou de Logan (2017) e quer entender o caminho emocional de Wolverine antes do fim.