Veja o trailer do filme 300 - A Ascensão Do Império

300 - A Ascensão Do Império

300 - A Ascensão Do Império

Ação Fantasia Épico Duração: 1h 42min

O que é 300: A Ascensão do Império

Spin-off e sequência paralela de 300 (2007), o longa troca as Termópilas pelo mar Egeu e coloca a Grécia Antiga em guerra contra a armada persa.

A trama acompanha Sullivan Stapleton como Themistokles, o general grego que precisa unir cidades-Estado para enfrentar um inimigo muito mais numeroso.

Do outro lado estão o imortal Xerxes (Rodrigo Santoro) e a imprevisível Artemesia (Eva Green), a comandante da frota persa movida por vingança pessoal.

O resultado é um filme de ação e épico histórico estilizado, com a mesma estética autoral de Zack Snyder aplicada ao comando de Noam Murro.

Estreia e legado

300: A Ascensão do Império chegou aos cinemas brasileiros em 7 de março de 2014, distribuído pela Warner Bros.

Mesmo sem repetir o fenômeno de 300 (2007), o longa faturou mais de 330 milhões de dólares no mundo todo, mostrando a força da franquia.

A maior contribuição do filme foi transformar Eva Green em ícone cult: sua Artemesia virou referência obrigatória em listas de vilãs do épico e do fantástico.

Hoje, o título é lembrado principalmente pelo visual estilizado, pela violência estilizada em câmera lenta e pelo duelo psicológico entre Themistokles e Artemesia.

Vale o ingresso?

Ponto alto: Eva Green entrega uma atuação magnética e devora cada cena em que aparece, sustentando sozinha os momentos de tensão entre as batalhas.

A estética hiperestilizada de Snyder, com câmera lenta em meio à chuva de sangue, continua funcionando como assinatura visual.

Ponto fraco: o roteiro é raso e repetitivo, apoiado em diálogos expositivos que tentam compensar a pouca profundidade política do conflito grego-persa.

O protagonista, vivido por Sullivan Stapleton, é menos carismático que o rei Leónidas de Gerard Butler, deixando o centro dramático do filme nas costas de Green.

Curiosidades dos bastidores

  • O roteiro é assinado por Zack Snyder e Kurt Johnstad, mantendo a mesma equipe criativa de 300 (2007), com Snyder apenas na produção.
  • Eva Green revelou que pediu para não filmar muitas cenas de sexo, o que não impediu o longa de receber classificação 18 anos no Brasil por violência e nudez.
  • As batalhas navais foram filmadas em tanques com água em Montreal, e o resultado passou por pós-produção digital pesada para criar a paleta acobreada característica da franquia.

Perguntas frequentes

300: A Ascensão do Império é sequência ou prequel do primeiro filme?

Funciona como os dois. A história corre em paralelo aos eventos de 300 (2007) e também mostra o que acontece antes e depois da Batalha das Termópilas.

Tem cena pós-créditos em 300: A Ascensão do Império?

Não. O filme termina logo após os créditos finais, sem cena extra ou teaser escondido.

É preciso ter assistido 300 (2007) para entender este filme?

Não é obrigatório, mas ajuda muito. Personagens como Xerxes, Gorgo e Dilios reaparecem, e várias cenas fazem referência direta ao primeiro longa.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de épicos estilizados: quem curte cinema visualmente inventivo, com paleta de cores saturada e sequências de ação coreografadas em câmera lenta.
  • Admiradores de Eva Green: espectadores que acompanham a carreira da atriz em papéis intensos, como nos títulos ligados ao universo Burton.
  • Entusiastas de história alternativa: público que gosta de releituras dramáticas de batalhas reais, como em Cruzada (2005) e na franquia 300.