Veja o trailer do filme Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones

Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones

Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones

O que é Star Wars: Episódio 2 - Ataque dos Clones

Dez anos depois dos eventos de A Ameaça Fantasma, a República Galáctica começa a rachar. Facções separatistas ameaçam uma guerra civil intergaláctica e a senadora Padmé Amidala vira alvo principal de atentados.

O Conselho Jedi envia Ewan McGregor como Obi-Wan e Hayden Christensen como Anakin para protegê-la. A missão de proteção vira investigação política, mistério sobre um exército de clones e, no meio do caminho, um romance proibido entre um Jedi e uma política.

É o segundo capítulo da chamada prequologia dirigida por George Lucas, e funciona como a ponte entre o Anakin criança de Ameaça Fantasma e o vilão de Uma Nova Esperança.

Estreia, legado e impacto

Chegou aos cinemas em 16 de maio de 2002 nos EUA e desembarcou no Brasil em 1º de julho de 2002, distribuído pela Fox. A estreia foi tratada como evento: filas de madrugada, trailers em rede nacional e merchandising massivo.

A produção apostou pesado em computação gráfica, algo revolucionário para a época. O resultado? A movimentação em massa dos exércitos e o planeta Geonosis viraram referência para o cinema de fantasia e ficção científica nos anos seguintes.

Foi indicado ao Oscar de Melhores Efeitos Visuais e venceu o BAFTA de Efeitos Especiais. A trilha de John Williams emplacou a marcha Across the Stars, que segue firme em playlists sinfônicas.

Hoje é lembrado como o episódio mais criticado da saga por causa dos diálogos românticos, mas também como o que planta as sementes da queda de Anakin e da Ordem 66.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a construção de mundo. Kamino, Geonosis e a fábrica de clones ampliam o universo Star Wars como nenhuma outra prequela havia feito. O duelo final com Yoda sacode a cadeira.

Ponto fraco: o romance entre Anakin e Padmé não convence. As falas soam artificiais, o CGI da época envelheceu mal em alguns planos e a direção de atores escorrega em cenas-chave.

No fim, é um filme imperfeito, mas essencial. Sem ele, A Vingança dos Sith perde metade do peso dramático.

Curiosidades dos bastidores

  • Christopher Lee, que vive o Conde Dooku, gravou suas cenas em apenas uma tarde no set, mas recusou créditos por acreditar que a performance havia sido reduzida na edição final.
  • A Ordem 66 aparece pela primeira vez em um simples comercial holográfico de recrutamento militar, sem o peso que ganharia em A Vingança dos Sith.
  • Yoda com sabre de luz foi mantido em segredo até a estreia. O próprio Frank Oz fez a captura de movimento escondido no set.

Perguntas frequentes

Star Wars Episódio 2 é bom? Divisão na crítica e no público. Tem mundo rico, ótimas cenas de ação e trilha sonora marcante, mas o romance central e o CGI envelhecido pesam.

Preciso assistir antes de Episódio 3? Sim. A Vingança dos Sith só faz sentido depois de Ataque dos Clones, porque o romance Anakin/Padmé e a Ordem 66 são plantados aqui.

Tem cena pós-créditos? Não. A última cena mostra a execução da Ordem 66, o voo de Yoda e Padmé grávida olhando a galáxia, encerrando o filme sem teaser adicional.

Pra quem é este filme:

  • Fãs da saga Star Wars que querem entender como Anakin Skywalker virou Darth Vader e como a República virou Império.
  • Apaixonados por worldbuilding que curtem política galáctica, exércitos clonados e detalhes de lore em cada cena.
  • Curiosos pelo cinema dos anos 2000 interessados em ver o salto (e os limites) da computação gráfica pré-ILM moderna.


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