Veja o trailer do filme Oz, Mágico e Poderoso
Sobre o que é Oz, Mágico e Poderoso
Oz, Mágico e Poderoso funciona como uma prequência visual do clássico O Mágico de Oz, mostrando como um ilusionista de circo medíocre virou o homem por trás da cortina.
Oscar Diggs (James Franco) é um mágico trapaceiro que engana plateias pequenas em circos itinerantes. Sua fuga de um canibal termina em um balão que cai dentro de um tornado e abre a porta para a Terra de Oz.
Lá, três mulheres o tratam como o salvador de uma profecia. Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams) têm intenções diferentes, e Oscar precisa descobrir quem está mentindo.
Dirigido por Sam Raimi, o filme aposta em fantasia visual, humor pastelão e uma jornada de redenção preguiçosa, mas eficiente para o público infantil.
Estreia, bilheteria e legado
Oz, Mágico e Poderoso chegou aos cinemas brasileiros em 8 de março de 2013, como aposta da Disney para a temporada de Páscoa e concorrente direto de Jack, o Caçador de Gigantes.
O filme custou cerca de 215 milhões de dólares só em produção e arrecadou aproximadamente 493 milhões de dólares no mundo, ficando entre os maiores lançamentos do ano.
Foi indicado ao Oscar de Melhor Direção de Arte e Melhor Maquiagem, prêmios vencidos por outras produções, mas a montagem visual segue citada como referência em blockbusters de fantasia.
Hoje, o longa é lembrado como uma expansão interessante do universo criado por L. Frank Baum, mesmo com críticas divididas sobre a profundidade do protagonista.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a direção de arte é o grande chamariz, com cenários em CGI que brincam com balões de vidro, porcelanas vivas e florestas em Technicolor. A transição do preto e branco inicial para o colorido de Oz continua arrepiando.
As atrizes dão conta do recado. Mila Kunis entrega uma Theodora vulnerável de forma convincente, e Rachel Weisz explora bem a ambiguidade da irmã.
Ponto fraco: o roteiro de Mitchell Kapner é fino. James Franco não tem o carisma de Robert Downey Jr. ou o humor físico de Bruce Campbell para salvar as piadas.
A terceira idade é genérica, e a mensagem de que um golpista pode virar herói só cola parcialmente, porque o arco do protagonista tem pouco tempo de tela.
Curiosidades dos bastidores
- James Franco gravou boa parte de suas cenas com um dublê de corpo, porque Sam Raimi queria mostrar Oscar fugindo de forma convincente logo na abertura.
- Bruce Campbell, parceiro clássico de Raimi em Evil Dead, faz uma ponta como um dos guardas de Emerald City, repetindo a colaboração que rendeu cult como Arraste-me para o Inferno.
- Zach Braff, o J.D. de Scrubs, empresta a voz e os movimentos de Finley, o macaco alado, capturado por captura de performance.
Perguntas frequentes sobre Oz, Mágico e Poderoso
Oz, Mágico e Poderoso é uma continuação de O Mágico de Oz de 1939?
Não. Funciona como prequência, contando como o mágico de Kansas chegou ao trono de Oz antes dos eventos do filme original de Judy Garland.
Oz, Mágico e Poderoso tem cena pós-créditos?
Não tem cena pós-créditos. O filme termina de forma fechada e não prepara sequência direta.
Oz, Mágico e Poderoso é indicado para crianças?
Sim, a classificação é livre. O longa tem humor pastelão, criaturas fofas como o macaco Finley e a menina de porcelana, e pouca violência explícita.
Pra quem é este filme:
- Fãs de aventura visual que curtem blockbusters da Disney, como Alice no País das Maravilhas (2010) e O Destino de Júpiter.
- Quem gosta de prequências e histórias de origem, especialmente o público que revê O Mágico de Oz anualmente e quer entender quem foi o homem por trás da cortina.
- Apreciadores do trabalho de Sam Raimi que querem ver o diretor brincando com um orçamento gigante depois de Arraste-me para o Inferno.
Título original: Oz: The Great and Powerful
País de origem: EUA
Data do lançamento: 08/03/2013
Distribuidora: DISNEY / BUENA VISTA
Diretor: Sam Raimi
Principais atores: