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Meu Nome é Ray

Meu Nome é Ray

Meu Nome é Ray — sinopse, elenco e tudo o que você precisa saber

Em um apartamento apertado de Nova York, três gerações de mulheres dividem o cotidiano — e um problema que nenhuma delas esperava resolver.

Ray, interpretado por Elle Fanning, é uma adolescente trans que decide dar início à transição. A mãe solteira Maggie, vividas por Naomi Watts, precisa encontrar o pai biológico do filho para conseguir o consentimento legal da transição.

O pai ausente, que não convive com a família há anos, mora na cidade de origem de Ray, na Geórgia. No caminho, Maggie ainda precisa administrar a relação com a avó, Susan Sarandon, que tem dificuldade em aceitar a mudança e trocar a neta por um neto.

O que começa como uma burocracia jurídica se transforma em uma jornada sobre identidade, laços familiares e coragem. A direção fica com Gaby Dellal, em um drama intimista que equilibra comédia leve e peso emocional.

Estreia e legado de Meu Nome é Ray

Meu Nome é Ray chegou aos cinemas brasileiros em 22 de setembro de 2016, distribuído pela Diamond Films. Estreou nos Estados Unidos em 2015, no Festival de Cinema de Sundance, com o título original About Ray.

O longa fez parte do circuito de festivais LGBTQ+ de 2015, rodando por cidades como Nova York e São Francisco. Na crítica internacional, o filme recebeu avaliações mistas: elogiado pela performance do elenco e pela sensibilidade do tema, mas criticado pelo ritmo.

Hoje, quase uma década depois, é lembrado como um dos títulos que tentou ampliar a representatividade trans no cinema comercial de Hollywood — e abriu espaço para debates sobre parentalidade, transfobia e família.

Meu Nome é Ray vale o ingresso?

O ponto alto é o trio central. Susan Sarandon rouba a cena com uma avó debochada e cheia de camadas, enquanto Naomi Watts entrega uma mãe exausta, perdida entre o amor e a culpa. Elle Fanning segura o protagonismo com maturidade.

O ponto fraco é o roteiro, que tropeça em soluções fáceis para conflitos pesados e peca pelo tom didático em alguns momentos. O terceiro ato perde força.

Não é um filme impecável, mas cumpre o que promete: um drama familiar sobre aceitação.

Curiosidades sobre Meu Nome é Ray

  • O longa foi filmado em apenas 22 dias, em locações de Nova York e da Geórgia, justamente para reforçar o deslocamento entre os cenários familiar e opressor.
  • Naomi Watts foi indicada ao Independent Spirit Awards por sua atuação como Maggie.
  • Em países de língua inglesa, o título é About Ray, mas em mercados como o Brasil ganhou o nome Meu Nome é Ray, numa tentativa de aproximar o público da narrativa.

Perguntas frequentes sobre Meu Nome é Ray

Meu Nome é Ray é baseado em uma história real?

Não. A história é fictícia, mas o roteiro foi inspirado em relatos de famílias com jovens trans, segundo entrevistas da diretora Gaby Dellal.

Qual é a classificação etária de Meu Nome é Ray?

O filme recebeu classificação indicativa de 14 anos no Brasil, por lidar com temas como transição de gênero, conflitos familiares e linguagem.

Meu Nome é Ray tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina de forma definitiva antes dos créditos finais.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de dramas familiares intimistas, especialmente quem gostou de O Curioso Caso de Benjamin Button.
  • Público que valoriza representatividade trans no cinema e histórias sobre parentalidade não convencional.
  • Quem curte atuações femininas fortes, como em Thelma e Louise.

Título original: About Ray

País de origem: EUA

Data do lançamento: 22/09/2016

Distribuidora: Diamond Films

Diretor: Gaby Dellal

Principais atores: