Veja o trailer do filme Aconteceu em Saint-Tropez

Aconteceu em Saint-Tropez

Aconteceu em Saint-Tropez

14 Romance Comédia Duração: 1h 40min

O filme em duas frases

Dois irmãos se reencontram em Saint-Tropez no pior dia possível: o enterro da mulher de um deles cai em cima do casamento da filha do outro.

É essa combinação explosiva que move Aconteceu em Saint-Tropez, comédia francesa assinada por Danièle Thompson, que usa a bagunça familiar como combustível para discutir trabalho, fé, traição e música.

O ritmo lembra uma novela europeia bem embalada: o elenco passeia entre Londres, Paris, Saint-Tropez e Nova York sem pressa, costurando brigas, reconciliações e um grande caso de amor que ninguém viu chegando.

Estreia e legado

Aconteceu em Saint-Tropez chegou aos cinemas brasileiros em 30 de agosto de 2013, distribuído pela Esfera Cultural, como mais um exemplar do filão de comédias francesas de família que emplacavam no circuito alternativo nacional.

O longa foi o reencontro de Kad Merad com a diretora Danièle Thompson depois de Bienvenue chez les Ch'tis, e marca uma das últimas aparições em tela do violinista Ivry Gitlis, ícone da música clássica do século XX, no papel do pai com Alzheimer.

Hoje o filme é lembrado como uma curiosidade leve no currículo de seus atores, indicado para quem quer revisitar a comédia europeia da década de 2010 sem compromisso.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química entre Kad Merad e Eric Elmosnino sustenta a comédia mesmo quando o roteiro enrola. As piadas têm timing afiado e a crítica leve ao convívio familiar funciona.

As passagens por Saint-Tropez e Nova York dão respiro visual e um certo ar de escapada que combina com o tom da história.

Ponto fraco: a trama se espalha demais. São tantos personagens, cidades e segredos que a emoção principal, o caso de amor improvável, demora para aparecer e chega cansada.

Quem busca reviravoltas fortes pode achar o ritmo morno, próximo de uma comédia de costumes sem grandes arriscações.

Curiosidades de bastidores

  • O título original, Des gens qui s'embrassent (“pessoas que se beijam”), virou Aconteceu em Saint-Tropez no Brasil, embora Saint-Tropez seja só um dos cenários do filme.
  • O violinista Ivry Gitlis, que interpreta o pai com Alzheimer, foi um dos maiores intérpretes do século XX, com gravações históricas de Chausson e Elgar.
  • A diretora Danièle Thompson é conhecida por longas de grande elenco francês, como La Bûche e Fauteuils d'orchestre, sempre costurando humor com dilemas familiares.

Perguntas frequentes

Aconteceu em Saint-Tropez é baseado em alguma história real?

Não. A história é original de Danièle Thompson e da co-roteirista Christopher Thompson, inspirada em conflitos familiares genéricos vividos por comunidades judaicas e francesas.

Qual a classificação indicativa do filme?

A classificação é 14 anos, por causa de temas como morte, traição, referências sexuais e linguagem adulta em alguns momentos.

Aconteceu em Saint-Tropez tem cena pós-créditos?

Não. O filme encerra a história antes dos créditos finais, sem gancho ou cena extra depois da assinatura da equipe.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de comédias francesas sobre família disfuncional no estilo de A Família Bélier.
  • Quem curte romance leve com cara de viagem pela Europa e reviravoltas sentimentais.
  • Interessados em ver Monica Bellucci em um papel de apoio charmoso dentro de um elenco coral.

Título original: Des gens qui s'embrassent

País de origem: França

Data do lançamento: 30/08/2013

Distribuidora: Esfera Cultural

Diretor: Danièle Thompson

Principais atores: