Veja o trailer do filme A Chefa
A Chefa
Sobre o que é A Chefa
Michelle Darnel é a mulher mais rica dos Estados Unidos. Executiva brilhante, ela construiu um império financeiro com pulso firme e zero paciência para os fracos.
O problema? Tudo à base de esquemas ilegais. Quando o FBI bate na porta, Michelle perde fortuna, liberdade e moral. Sai da cadeia sem dinheiro, sem aliados e com a reputação destruída.
A saída que ela encontra é peculiar: vender brownies caseiros. Para isso, conta com a ajuda de Claire, sua ex-assistente, e de Rachel, a filha de Claire. É nessa trinca que a comédia se apoia: uma magnata falida, uma mãe sobrecarregada e uma adolescente sarcástica dividindo o mesmo teto.
O longa aposta em humor físico, tiradas ácidas e no carisma de Melissa McCarthy para sustentar a premissa. O resultado oscila entre piadas certeiras e situações que beiram o constrangedor.
Quando estreou e o que ficou de legado
A Chefa chegou aos cinemas dos Estados Unidos em abril de 2016 e desembarcou no Brasil no mesmo mês, distribuído pela Universal Pictures. O filme custou cerca de 29 milhões de dólares e arrecadou pouco mais de 97 milhões no mundo todo — um resultado morno, mas suficiente para render uma sequência dois anos depois.
A recepção crítica foi gelada. No agregador Metacritic, mal passou dos 30 pontos. Críticos apontaram roteiro sem ritmo e piadas sem timing. Já o público foi menos hostil, ainda que nada apaixonado. O longa recebeu três indicações no Framboesa de Ouro 2017, incluindo Pior Atriz para McCarthy e Pior Filme.
Hoje, A Chefa é lembrado como um exemplar mediano da filmografia de Melissa McCarthy — simpático para uns, esquecível para outros. Acima de tudo, mostra a veia de coadjuvante de luxo que a atriz vinha construindo depois de Caça-fantasmas e Perfeita é a mãe!, reprisado aqui em dose mais amena.
Vale o ingresso?
Ponto alto: o trio central funciona. Melissa McCarthy, Kristen Bell e Ella Anderson entregam uma dinâmica doméstica crível. A cena da venda de brownies na porta de escolas e a sequência do parque com o grupo de escoteiras arrancam risadas genuínas.
Ponto fraco: o roteiro tropeça feio no terceiro ato. O conflito com o rival Renault, vivido por Peter Dinklage em tom exagerado, destoa do resto. Piadas sobre poder, fé e política ficam datadas e mal costuradas. Não espere profundidade sobre redenção — o filme só arranha o tema.
Curiosidades de bastidores
- O roteiro foi escrito por Ben Falcone, Melissa McCarthy e Steve Mallory, parceria que rendeu mais cinco filmes juntos.
- Dave Bautista, astro de Angry Birds - o filme e X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, interpreta o segurança de Michelle, e quase todas as suas cenas foram improvisadas.
- Kathy Bates, Cecily Strong e Margo Martindale fazem pequenas participações como investidoras do plano dos brownies — quase um reality show corporativo.
Perguntas frequentes
A Chefa tem cena pós-créditos?
Não. A Chefa não tem cena pós-créditos. Pode levantar da poltrona assim que o título final aparecer.
A Chefa é bom?
É uma comédia irregular. Funciona para quem curte o humor de Melissa McCarthy, mas não é dos melhores trabalhos dela. Críticos foram duros e o público deu notas medianas.
A Chefa é sequência de algum filme?
Não. É o primeiro filme da franquia, que ganhou continuação em 2018 chamada A Chefa 2 — A Volta de Michelle Darnel, também dirigida por Ben Falcone.
Pra quem é este filme:
- Fãs de comédias corporativas estilo Quero Ficar Grande, que curtem humor sobre ascensão e queda no mundo dos negócios.
- Quem acompanha a filmografia de Melissa McCarthy e não perdeu nenhum trabalho da parceria dela com o marido, Ben Falcone.
- Espectadores que assistiram Perfeita é a mãe 2 e Caça-fantasmas e procuram algo leve para maratonar em casa.
Título original: The Boss
País de origem: Estados Unidos
Distribuidora: Universal Pictures
Diretor: Ben Falcone
Principais atores: