Paris Hilton promete álbum este ano e show no Brasil: “Os fãs daí são incríveis”
Publicado em 24/01/26 06:00
Para Paris Hilton, lançar Infinite Icon: Uma Memória Visual é uma questão de honra: ela quer mostrar ao mundo que sua paixão pela música é real, e muito mais profunda do que parece. O Omelete conversou com a artista sobre como o projeto ajuda a “reconstruir” sua imagem após anos de degradação pela mídia.
“Acho que, nos últimos anos, as pessoas realmente conseguiram ver a verdadeira eu. Por muito tempo, sinto que as pessoas me viam como a personagem que criei”, confessa Hilton. “Mas agora elas podem ver que há muito mais em mim do que poderiam pensar. [Com este filme], fui capaz de mostrar minha vida como artista, o quão significativa a música é para mim, e o quanto me dedico a ela”.
[Crítica] Filme de G-Dragon é retrato espetacular de um anti-popstarUma Memória Visual acompanha a produção do álbum Infinite Icon (2024), o primeiro de Hilton em 18 anos. Recheado de hinos pop com letras confessionais (“ADHD” é uma favorita pessoal), o disco foi bem recebido por crítica e público, saudado como o grande retorno da socialite ao mundo artístico – e ela não pretende se afastar dos holofotes tão cedo.
Confira a seguir o papo completo de Hilton com o Omelete, falando da possibilidade de um show no Brasil, do processo por trás de Infinite Icon, e de quanto teremos que esperar para ouvir o terceiro disco da nossa nova popstar preferida.
OMELETE: Olá, Paris! Sou o Caio, do Brasil. Prazer em conhecê-la.
HILTON: Prazer em conhecê-lo! Eu amo o Brasil.
OMELETE: Você definitivamente tem uma base de fãs enorme aqui no nosso país. Eu me pergunto: você interage muito conosco nas redes sociais? E quais são suas impressões sobre os fãs daqui?
HILTON: Eu amo meus fãs no Brasil. Todo mundo é tão adorável, divertido, gentil, legal, criativo. Todas as vezes que estive lá, tive os melhores momentos. Os fãs de lá são incríveis.
OMELETE: Vimos você falar sobre este projeto e o quanto ele é especial para você. Eu me pergunto: por que você decidiu fazer este filme, e quais aspectos da sua vida e da sua arte você busca destacar com ele?
HILTON: Eu realmente vejo isso como a terceira parte de uma trilogia. Primeiro veio o meu documentário, chamado This is Paris, depois o meu livro de memórias - e, agora, através de Infinite Icon, posso falar sob a perspectiva da música. Estou apenas contando a minha história, e falando sobre tantas coisas sobre as quais nunca falei antes. É também uma carta de amor para os meus fãs, porque o amor deles me ajudou a superar muita coisa. Eu passei por muito na minha vida, e me sinto animada para mostrar essa história, para que as pessoas se sintam inspiradas a retomar o controle de suas próprias narrativas também. Acho que, em grande parte, é sobre isso.
OMELETE: Sim, o filme trata muito da sua imagem na mídia e de como ela evoluiu ao longo dos anos. Você acha que Infinite Icon, tanto o filme quanto o álbum, mudou a forma como as pessoas te veem? O que este projeto alcançou para você?
HILTON: Definitivamente. Acho que, nos últimos anos, as pessoas realmente conseguiram ver a verdadeira eu. Por muito tempo, sinto que as pessoas me viam como a personagem que criei, mas agora elas podem ver que há muito mais em mim do que poderiam pensar. Fui capaz de mostrar minha vida como artista, o quão significativa a música é para mim, e o quanto me dedico a ela – e o quanto meus fãs significam para mim, o quanto eu os amo.
OMELETE: Infinite Icon foi um álbum primeiro, e foi o seu primeiro em 18 anos. Pode falar um pouco sobre por que passou tanto tempo longe da música e quais inspirações te trouxeram de volta?
HILTON: Eu sempre amei música. Meu sonho, desde pequena, era ser uma estrela pop. Adorei fazer meu primeiro álbum [Paris, de 2006], mas depois tive tantas outras coisas acontecendo com meus negócios, viagens pelo mundo… muita coisa entrou no caminho. Até que a Miley Cyrus me convidou para me apresentar com ela e a Sia, cantando "Stars Are Blind" com elas. Quando eu estava voando para casa com a Sia no dia seguinte, ela me disse: "Paris, você foi tão incrível ontem à noite… você nasceu para ser uma estrela pop, por que você não gravou outro álbum?". Eu apenas disse a ela que estava ocupada com tudo o mais, e então ela respondeu: ‘E se eu fosse a produtora executiva e escrevesse o álbum com você?’. Como dizer não à Sia? [Risos] Sou muito grata a ela, porque ela acreditar em mim me fez acreditar em mim mesma.
OMELETE: A pergunta que segue, claro, é sobre o futuro. Você visualiza trabalhar em novas músicas em breve? Teremos um terceiro álbum da Paris logo, ou teremos que esperar novamente?
HILTON: [Risos] Com certeza não haverá outra longa espera. Na verdade, estive no estúdio no ano passado e estamos prestes a terminar meu terceiro álbum. Então, ele será lançado este ano, em breve.
OMELETE: O filme mostra um pouco da Infinite Icon Experience - o show no Hollywood Palladium [em Los Angeles, nos EUA], que foi um dos únicos feitos em apoio a este álbum. Nós no Brasil, é claro, começamos a nos perguntar: será que um dia veremos um show da Paris Hilton aqui? Você sairia em turnê com sua música pelo mundo?
HILTON: Eu adoraria isso, com certeza. Eu amo o Brasil, acho que é tão incrível lá, e seria fantástico me apresentar e fazer um show. Definitivamente quero começar a planejar algo assim para o futuro, uma turnê maior, e mal posso esperar. Este novo álbum é tão divertido que estou animada para que o mundo o ouça também.
OMELETE: Muito obrigado, Paris! É tudo o que tenho por hoje.
HILTON: Obrigada! Espero te ver no Brasil.
Fonte: Omelete // Caio Coletti