"O que Tom Cruise faria?" Michael B. Jordan conta seus planos para Sem Remorso

Publicado em 30/04/21 00:00

Com o filme Sem Remorso, a obra do escritor Tom Clancy volta aos longas-metragens, e é também a oportunidade do ator Michael B. Jordan criar uma nova franquia de filmes para si, desta vez a partir do personagem John Kelly, que é conhecido na obra de Clancy como um fuzileiro naval que depois assume o nome John Clark na CIA ao lado de Jack Ryan. Ao Omelete, Jordan diz que essa intenção está clara - e ele quer ir mais longe.

“Esta definitivamente é uma franquia que eu queria construir para mim, ela tem todas as peças do que uma série de filmes precisa ter, e há muitas coisas e personagens que podemos apresentar pelo caminho. Ela tem riscos e desafios, é bem alicerçada nos personagens”, diz o ator. O fato de a jornada de John Kelly no filme envolver um luto tremendo é central: “É uma história de origem muito boa, essa de John Kelly, que envolve um tipo de perda e depois dessa perda ele se torna outra coisa”.

No longa, Jordan se vê em situações de limite variadas, de uma revolta na cadeia até resgates submarinos. Ele tem um modelo a seguir: Tom Cruise.

“Agora estou pensando em todas as coisas que podemos fazer no próximo, sabe? Como eu supero o que fizemos no primeiro, em termos de ação? Fico pensando em situações [de ação] diferentes, uma coisa meio Missão: Impossível… Eu fico pensando comigo mesmo: ‘o que Tom faria?’. Ele já fez todas as cenas de dublê imagináveis e eu fico aqui esperando que sobre alguma coisa para o resto de nós, porque também quero algo original e louco pra fazer. Então no próximo filme já penso em cenas de ação que podemos inventar”, emenda Jordan.

Sem Remorso, o livro, foi publicado originalmente em 1993. John Kelly/John Clark aparece em 17 obras de Clancy e começou como um coadjuvante nas histórias do personagem Jack Ryan, que hoje protagoniza uma série da Amazon Studios.

Sem Remorso tem direção de Steffano Solima, de Sicario: Dia do Soldado, e será lançado no Amazon Prime Video nesta sexta-feira, dia 30. Leia a crítica do Omelete

 

Fonte: Omelete // Marcelo Hessel