McKenna Grace viverá amante do último rei da França em nova comédia de época
Publicado em 13/05/26 19:00
Segundo informações exclusivas do Deadline, The Official Mistress, comédia romântica revisionista sobre os últimos dias da monarquia francesa, escalou Mckenna Grace, Paul Walter Hauser e Louis Partridge para os papéis principais.
Matt Brown dirige a partir do próprio roteiro. A trama acompanha o rei Luís XVI (Hauser), último rei da França, que corteja a Condessa Madeleine de Vascone (Grace) para torná-la sua amante oficial e silenciar os boatos de impotência que circulam na corte e no país. Louis Partridge interpreta Rene Rennault, um cozinheiro que arrisca ser executado por traição ao se tornar o provador de comida do rei, na tentativa de salvar Madeleine, seu primeiro amor.
Scooby-Doo | Mckenna Grace pinta o cabelo para viver Daphne; vejaOs produtores trabalham agora na escolha da atriz para o papel de Maria Antonieta e na escalação do restante do elenco, que inclui os personagens De Conte, D'Artois, Jacques e Luc.
A produção está marcada para setembro na Europa. A North.Five.Six comanda as vendas internacionais no mercado de Cannes. Michael Rothstein, Samuel Hall e Warren Goz são os produtores executivos pela empresa.
Os produtores Brunson Green (Harbinger Pictures), Laura Rister (Esme Grace), Matt Brown e Laura Bull (ReadyMade Films) descrevem o projeto como "opulento, erótico, perigoso e perversamente divertido".
Hauser afirmou: "Eu não poderia estar mais empolgado em interpretar o rei Luís XVI. Matt Brown escreveu um roteiro que honra a natureza histórica do favor político decadente de Luís e seu casamento controverso, ao mesmo tempo que tece uma história charmosa repleta de leveza, romance e personagens coloridos."
Brown acrescentou: "Ambientado em um período tumultuado da história não tão diferente do nosso, The Official Mistress abraça amor, comida, sensualidade, humor e revolução na mesma medida. Há muito tempo eu queria contar uma história de 'andar de cima e andar de baixo', e não há mundo mais extremo para ambientá-la do que a decadência ridícula da corte de Luís XVI e Maria Antonieta."
Fonte: Omelete // Igor Pontes