O documentário brasileiro Apolo, comandado por Tainá Müller e Isis Broken, foi selecionado para ser exibido na edição deste ano do SXSW. O filme foi exibido também no Festival do Rio 2025.
Disney+ | Assine o Streaming de Marvel, Pixar, ESPN e mais
Omelete Recomenda
window._taboola = window._taboola || [];
_taboola.push({
mode: 'alternating-thumbnails-a',
container: 'taboola-below-article-thumbnails-inread',
placement: 'Below Article Thumbnails New',
target_type: 'mix'
});
“Acho muito significativa a estreia internacional do nosso documentário no SXSW, um dos maiores e mais influentes festivais do mundo, em um ano histórico pro cinema brasileiro e, ao mesmo tempo, tão delicado para os EUA. Observamos de longe algo muito profundo e dolorido acontecendo por lá e levar ‘Apolo’ nesse contexto, um filme que fala de resistência através do afeto, pode ser um pequeno sopro de esperança para os que buscam igualdade e respeito”, disse Müller.
Continua depois da Publicidade
Apolo acompanha a jornada de uma família onde o pai está dando à luz e a sociedade não está preparada para isso. Enquanto acompanhamos a gestação de Apolo, refletimos sobre os diferentes dramas de um casal transgênero: Isis Broken e Lourenzo Gabriel.
Paramount+ | Garanta sua assinatura do streaming aqui
“Durante meu tempo como repórter da MTV, sempre buscava trazer alguma poesia para as reportagens que fazia sobre música, mas os vinte anos que me dediquei inteiramente à carreira de atriz acabou deixando para trás essa minha raiz no audiovisual. Durante a pandemia foi justamente quando essa inquietação de contar histórias de forma mais autoral voltou a ‘bater na minha porta’”, conta Tainá.
Apolo ainda não tem data para estrear nos cinemas do Brasil.
Fonte: Omelete // Matheus Fiore