Veja o trailer do filme Voando para o Amor

Voando para o Amor

Voando para o Amor

Comédia Duração: 1h 37min

Comédia romântica nas alturas

Montana Moore é comissária de bordo, profissão que lhe dá acesso a diversos aeroportos — mas não a um marido. Pressionada pelos casamentos sucessivos das irmãs e da mãe, ela coloca em prática um plano detalhado: cruzar o país revisitando cada ex-namorado em 30 dias.

Dirigido por David E. Talbert, Voando para o Amor é uma comédia romântica que aposta no carisma de Paula Patton para conduzir uma história simples, com química de novela e ritmo de sitcom.

A premissa lembra um diário sentimental com escala em Miami, Nova York e Los Angeles, e cada parada traz um ex diferente, um figurino novo e uma piada pronta.

Estreia e legado

Voando para o Amor chegou aos cinemas brasileiros em outubro de 2013, produzido pela Fox Searchlight a partir do próprio livro de Talbert. Foi o primeiro longa do diretor, antes conhecido por peças da Broadway.

A abertura foi modesta: custou cerca de 9 milhões de dólares e arrecadou pouco mais de 22 milhões worldwide, números discretos mas suficientes para consolidar Talbert em Hollywood. Não disputou premiações, mas ganhou espaço na programação de canais a cabo e, anos depois, no streaming, onde virou sessão obrigatória de domingo à tarde.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química entre Patton, Derek Luke e Taye Diggs é o motor do filme. O triângulo principal convence, e as participações de Jenifer Lewis como a mãe intrometida arrancam as risadas mais certeiras.

Ponto alto: a trilha sonora, com Trey Songz em destaque, embalando as transições entre aeroportos e cenários.

Ponto fraco: o roteiro é excessivamente previsível, quase dependente de manual. A reviravolta final se anuncia com pelo menos vinte minutos de antecedência e não surpreende.

Ponto fraco: alguns coadjuvantes, como Adam Brody, pouco têm a fazer além de servir de alívio cômico raso.

Curiosidades de bastidor

  • David E. Talbert escreveu o roteiro adaptado do próprio romance Baggage Claim, publicado em 2003 — o filme levou dez anos para sair do papel.
  • As filmagens usaram aeroportos reais em Atlanta e Los Angeles, com figurantes recrutados entre comissários de bordo de folga.
  • A cena em que Montana atravessa o país em 30 dias precisou de 14 aviões diferentes, de modelos variados, para manter a veracidade do mundo da aviação.

Perguntas frequentes

Voando para o Amor é baseado em livro?

Sim. O filme é adaptação do romance Baggage Claim, escrito pelo próprio diretor David E. Talbert e publicado em 2003.

Quem é o interesse amoroso principal de Montana?

Sem dar spoiler pesado: o filme distribui atenção entre três ex-namorados, mas a resolução aponta Derek Luke como o par romântico central.

Voando para o Amor tem cena pós-créditos?

Não. A história se encerra antes dos créditos finais, sem teasers ou sequências extras.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de comédias românticas estilo Hitch - Conselheiro Amoroso que não se cansam do formato "missão para encontrar o amor".
  • Quem curte elenco negro em papéis centrais e quer ver Djimon Hounsou em um registro leve, bem distante de Capitão América: O Primeiro Vingador.
  • Espectadores que assistem filmes de domingo à tarde enquanto fazem outras coisas e só querem algo fofo, sem cobrar profundidade.