Vivendo na Eternidade

Vivendo na Eternidade

Fantasia Drama Duração: 1h 30min

Sobre o que é Vivendo na Eternidade

Winnie Foster (Alexis Bledel) é uma adolescente de 15 anos criada em uma gaiola de ouro: família rica, regras rígidas e zero contato com o mundo lá fora.

Quando se aventura num bosque da própria família, ela encontra a fonte que muda tudo: um gole de água que concede vida eterna.

A partir daí, conhece a família Tuck, que bebeu daquela água décadas atrás e nunca mais envelheceu. William Hurt vive o patriarca, Jonathan Jackson faz o jovem Jesse, e Sissy Spacek interpreta Mae, a mãe que carrega a maldição com doçura.

É um filme de fantasia e drama que troca batalhas épicas por uma meditação silenciosa sobre envelhecer, perder e escolher.

Linha do tempo e legado

Vivendo na Eternidade estreou nos cinemas americanos em 11 de outubro de 2002, produzido pela Walt Disney Pictures com orçamento de cerca de 15 milhões de dólares.

Apesar de ter arrecadado pouco mais de 19 milhões em bilheteria mundial — um resultado modesto para um lançamento Disney — o filme encontrou seu público nos anos seguintes em locadoras, TV a cabo e Disney Channel.

Não ganhou Oscar, Globo de Ouro nem passou por festivais como Cannes, mas entrou para o catálogo de clássicos infantojuvenis indicado por professores em escolas dos EUA.

Hoje, é lembrado como uma adaptação fiel do livro de Natalie Babbitt (1975), com uma melancolia que envelhece melhor do que muitas superproduções de fantasia da mesma época.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química silenciosa entre Alexis Bledel e Jonathan Jackson, e a fotografia de James L. Carter, que transforma o bosque em personagem.

As atuações de William Hurt e Sissy Spacek dão a gravidade que o roteiro pede, e o figurino de difere a passagem do tempo sem precisar de computação.

Ponto fraco: o ritmo é lento demais para quem espera aventura, e a direção de Jay Russell segura a câmera em planos contemplativos que testam a paciência do público mais jovem.

Curiosidades dos bastidores

  • O livro Tuck Everlasting foi publicado em 1975 e já tinha sido adaptado para um curta de animação da Disney em 1981, chamado Tuck & Winnie.
  • Alexis Bledel fez testes lendo cenas com um pedaço de pizza na mão, porque estava almoçando quando foi chamada ao casting.
  • O galã Ben Kingsley aparece brevemente como o Homem de Terno Amarelo, um símbolo quase onírico do perigo que ronda a fonte.

Perguntas frequentes

Vivendo na Eternidade é baseado em livro?

Sim. É a adaptação do romance Tuck Everlasting, de Natalie Babbitt, lançado em 1975 e considerado clássico da literatura infantojuvenil americana.

Tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina de forma fechada, sem extras depois dos créditos.

É um filme Disney?

Sim, foi produzido pela Walt Disney Pictures e distribuído pela Buena Vista, com classificação livre nos EUA.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de fantasia com pegada literária, acostumados a adaptar clássicos como A Vila.
  • Quem curte dramas de amadurecimento sobre escolhas impossíveis, no espírito de Na Natureza Selvagem.
  • Leitores do livro de Natalie Babbitt que querem ver a adaptação fiel da Disney.