Veja o trailer do filme O Diário da Princesa

O Diário da Princesa

O Diário da Princesa

Introdução

Mia Thermopolis é uma estudante comum de Manhattan que vive com a mãe e divide o tempo entre o colégio, a melhor amiga Lilly e a paixão não correspondida pelo garoto mais bonito da sala. Tudo muda quando a avó que ela nem sabia que tinha aparece para revelar que seu pai morto era o príncipe de um país europeu.

De uma hora para outra, Mia descobre que é a herdeira do trono de Genovia. A comédia adolescente ganha corpo quando ela começa as aulas de etiqueta com a Rainha Clarisse, interpretada por uma Julie Andrews impagável.

Dirigido por Garry Marshall, o filme equilibra humor de colégio, crítica social leve e um romance que nasce devagar, no mesmo tom de outros longas infantis da Disney como Encantada e Mary Poppins.

Estreia e legado

Estreou nos cinemas brasileiros em janeiro de 2002, depois de uma campanha de marketing da Disney focada no público adolescente. O custo de produção foi de cerca de 37 milhões de dólares e a bilheteria mundial passou dos 165 milhões.

O longa também foi o cartão de visita de Anne Hathaway no cinema, aos 18 anos, abrindo portas para uma carreira que inclui papéis sérios em dramas como os longas de Christopher Nolan. A parceria com Julie Andrews virou referência obrigatória no subgênero de princesas modernas.

A continuação, O Diário da Princesa 2: Casamento Real, chegou em 2004, e a sombra do original se mantém até hoje. É citado com frequência em listas de melhores filmes familiares dos anos 2000 e segue sendo reprisado em sessões pipoca na TV aberta.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química entre Anne Hathaway e Julie Andrews sustenta cenas que poderiam soar açucaradas. O roteiro de Meg Cabot, adaptado pela própria autora dos livros, acerta no tom de humor adolescente sem cair na chacota.

Ponto fraco: o terceiro ato acelera as decisões de Mia de forma conveniente. A subtrama do romance principal fica em segundo plano e o vilão é praticamente inexistente.

Para quem cresceu vendo A Noviça Rebelde e quer revisitar a fantasia da princesa moderna, o filme cumpre bem o papel. Já quem busca conflito adulto vai achar o tratamento leve demais.

Curiosidades

  • Garry Marshall escalou Hector Elizondo em todos os seus filmes a partir de 1995 como uma espécie de assinatura pessoal.
  • A escritora Meg Cabot vendeu os direitos do livro por apenas 1 dólar porque a Disney era seu sonho de adaptação.
  • A cena do baile foi gravada em locação no mesmo salão usado em O Casamento do Meu Melhor Amigo, também do diretor.

Perguntas frequentes

O Diário da Princesa tem cena pós-créditos?

Não. Os créditos finais do filme rolam logo após a última cena do baile, sem teaser extra.

Qual a ordem correta para assistir aos filmes da franquia?

O ideal é seguir a ordem de lançamento: O Diário da Princesa (2002) e depois O Diário da Princesa 2: Casamento Real (2004).

Anne Hathaway canta mesmo no filme?

Sim. Ela interpreta uma música durante a sequência do karaokê com Lilly, além de tocar piano em algumas cenas.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de coming-of-age da Disney: quem cresceu com Lizzie McGuire, Hannah Montana e a fase pop da emissora nos anos 2000.
  • Leitores de Meg Cabot e YA romântico: quem coleciona edições antigas dos livros da autora e curte romance adolescente com protagonista desajeitada.
  • Admiradores da Julie Andrews: espectadores que valorizam a presença de cena da atriz e querem comparar com seu papel em Mary Poppins.