O Beijo Elétrico
Sobre o que é O Beijo Elétrico
Paris, 1928. O pintor Antoine Balestro atravessa um bloqueio criativo devastador depois de perder a esposa.
Ao procurar uma vidente para tentar falar com a falecida, ele esbarra em Suzanne — uma artista de circo que topa fingir ser médium em troca de algumas moedas.
A farsa começa desajeitada, mas o galerista do pintor enxerga ali uma oportunidade e dá força ao esquema. Suzanne mergulha no papel, devolve a Antoine a vontade de criar e, inevitavelmente, se apaixona.
O Beijo Elétrico é uma comédia romântica dirigida por Pierre Salvadori, diretor com faro para conduzir tramas de engano sentimental sem deixar o humor azedar.
Estreia e legado
O longa chega aos cinemas brasileiros em 12 de outubro de 2026, com distribuição da Bonfilm. A estreia acontece em circuito ainda reduzido, com sessões concentradas em salas de arte e programações especiais voltadas ao cinema francês.
Pierre Salvadori tem uma carreira construída em cima de comédias de costumes e enganos amorosos, como Uma Nova Amiga e A três vamos lá, que costumam circular bem em retrospectivas e mostras de cinema europeu.
Se o longa confirmar o tom das obras anteriores do diretor, tende a conquistar um público fiel em sessões de arte, festivais e nas típicas mostras de cinema francês pelo Brasil.
Vale o ingresso?
Ponto alto: o elenco principal tem química evidente. Pio Marmaï e Anaïs Demoustier sustentam bem a dinâmica entre mentira e ternura, e a Paris de 1928 ganha um tratamento de figurino e cenografia que vale o ingresso por si só.
Ponto fraco: o roteiro aposta em um tom contemplativo, o que pode frustrar quem espera uma comédia com reviravoltas mais ágeis. O terceiro ato perde um pouco de fôlego antes do desfecho.
É um filme para saborear o clima, não para sair da sala eufórico.
Curiosidades rápidas
- O título original La Vénus Électrique faz referência à artista de circo do filme, transformando a figura feminina em algo quase mitológico e moderno para a Paris de 1928.
- Pierre Salvadori já tinha explorado a dinâmica entre artistas e farsas amorosas em Uma Nova Amiga, o que torna O Beijo Elétrico um retorno temático a esse universo.
- A produção aposta em locações e figurinos de época para reconstruir a cena artística parisina do fim dos anos 1920, período que marcou a efervescência cultural do entreguerras.
Perguntas frequentes sobre O Beijo Elétrico
O Beijo Elétrico tem cena pós-créditos?
Não há informações confirmadas sobre cena pós-créditos até o momento. A tendência, pelo perfil do diretor e do gênero, é encerrar a história antes dos créditos finais.
O Beijo Elétrico é baseado em fatos reais?
Não. A trama é ficcional, ambientada em Paris de 1928, mas se inspira no clima artístico e espiritualista que marcou o período entreguerras na capital francesa.
Quem dirige O Beijo Elétrico?
A direção é de Pierre Salvadori, cineasta francês conhecido por comédias de costumes como A três vamos lá e Bird People.
Pra quem é este filme:
- Fãs de comédias românticas europeias com ambientação de época, como Romance à francesa e A Delicadeza do Amor.
- Quem curte o cinema de Pierre Salvadori e o humor francês baseado em farsas sentimentais e diálogos ágeis.
- Espectadores que frequentam mostras de cinema francês e buscam produções charmosas em circuito de arte.
Título original: La Vénus Électrique
País de origem: França
Data do lançamento: 12/10/2026
Distribuidora: Bonfilm
Diretor: Pierre Salvadori
Principais atores: