Veja o trailer do filme O Agente da U.N.C.L.E.

O Agente da U.N.C.L.E.

O Agente da U.N.C.L.E.

O que é O Agente da U.N.C.L.E.?

Lá se vai mais um filme de espião ambientado no coração da Guerra Fria. Só que esse aqui joga no time do estilo.

Dirigido por Guy Ritchie, O Agente da U.N.C.L.E. acompanha a missão conjunta entre um agente da CIA e um agente da KGB. Henry Cavill interpreta Napoleon Solo, o americano elegante demais para a própria segurança. Do outro lado, Armie Hammer vive Illya Kuryakin, o soviético contido, com fúria logo abaixo do terno impecável.

A dupla improvável é forçada a trabalhar junta quando uma organização criminosa começa a movimentar tecnologia nuclear. Alicia Vikander entra como Gaby, a filha de um cientista desaparecido que vira a peça-chave para desmontar o esquema.

O longa é praticamente uma carta de amor ao gênero de espionagem clássico, com direito a gadgets vintage, carros italianos e figurino que merece análise quadro a quadro.

Estreia e legado

O Agente da U.N.C.L.E. chegou aos cinemas brasileiros em 3 de setembro de 2015, distribuição da Warner Bros. A produção custou cerca de 75 milhões de dólares e arrecadou pouco mais de 107 milhões em bilheteria mundial — um resultado morno, longe de um estouro.

Mesmo com números modestos nas bilheterias, o filme encontrou uma segunda vida no streaming e entre os fãs do gênero. A crítica internacional elogiou principalmente a direção de arte, o figurino e a trilha sonora, assinada por Daniel Pemberton. A produção levou o prêmio de Melhor Filme de Ação no Empire Awards e figurou em diversas listas de melhores do ano.

Hoje, o longa é lembrado como um dos títulos mais elegantes do início da era Cavill como astro de blockbusters, antes do salto para Homem de Aço e Batman Vs. Superman.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a estética sixties, que mistura comédia seca e elegância. Os cenários, o figurino e a montagem sonora transportam o espectador direto para a Europa da Guerra Fria.

As piadas visuais entre Solo e Kuryakin funcionam como um duelo silencioso de egos, e é impossível não torcer pela dupla.

Ponto fraco: o ritmo é deliberadamente preguiçoso em alguns trechos. Quem procura adrenalina de missão sobre trilhos pode achar a narrativa pausada demais.

A vilã interpretada por Elizabeth Debicki também entrega menos do que promete no trailer.

Curiosidades dos bastidores

  • O longa é baseado na série de TV dos anos 1960 "The Man from U.N.C.L.E.", criada por Norman Felton e Sam Rolfe.
  • David Beckham tem uma participação rápida no filme, interpretando um projectionista de cinema.
  • Guy Ritchie escalou Henry Cavill por causa de uma sugestão de sua esposa, Jacqui Ainsley, que assistiu a Stardust e recomendou o ator.

Perguntas frequentes

O Agente da U.N.C.L.E. é baseado em fatos reais?

Não. A história é inspirada na série homônima dos anos 1960, ambientada em um contexto ficcional da Guerra Fria, mas sem base em eventos reais.

Tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina normalmente após o ato final, sem nenhuma sequência extra durante ou depois dos créditos.

O Agente da U.N.C.L.E. é bom?

Sim, para quem curte espionagem estilizada. Recebeu 68% de aprovação no Rotten Tomatoes e 6,8 no IMDb, com destaque para a direção de arte e o elenco.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de espionagem estilo retrô, daqueles que assistem os Bond da era Connery em maratona.
  • Quem curtiu Kingsman, The Americans e outras histórias de espiões com humor e estilo.
  • Admiradores da direção de Guy Ritchie fora do universo do crime londrino.