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Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor

Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor

Comédia Duração: 1h 42min

O que é Drillbit Taylor

Três calouros do ensino médio descobrem que sobreviver ao primeiro ano de escola é mais perigoso do que parece. O problema tem nome e endereço: Filkins, um veterano que adora transformar a vida de novatos em inferno.

A solução encontrada pelos garotos é contratar um guarda-costas profissional. Só que o profissional em questão é Owen Wilson como Drillbit Taylor, um cara que de durão só tem o discurso.

O longa dirigido por Steven Brill mistura bullying, amizade e comédia adolescente em uma trama que tenta equilibrar humor e mensagem sobre crescer.

Estreia e legado

Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor chegou aos cinemas brasileiros em 11 de abril de 2008, lançado pela Paramount Pictures. Chegou como aposta de comédia para o público teen da época, com cartaz estrelado por Owen Wilson em registro mais leve e bobalhão do que seus papéis anteriores.

Originalmente idealizado por Judd Apatow e Seth Rogen antes de Steven Brill reescrever e dirigir, o filme chamou atenção pela presença de uma jovem Leslie Mann e pela participação pontual de Danny McBride e Jennifer Lawrence em seu primeiro papel em Hollywood. Este último detalhe virou curiosidade para fãs da atriz.

Hoje é lembrado como exemplar curioso de comédia escolar do final dos anos 2000, citada em listas de aparições iniciais de astros atuais e em debates sobre o subgênero de bodyguard falso.

Vale o ingresso?

Ponto alto: Owen Wilson carrega o filme nas costas. Mesmo com material irregular, o ator encontra um ritmo próprio e arranca risadas com sua mistura de jeito moleque e falsa pose de durão.

Ponto alto: As cenas com os adultos improváveis, como o trio de preguiçosos do parque, funcionam como pequenas válvulas de escape cômico dentro de uma trama central que patina.

Ponto fraco: O arco dos três adolescentes é construído em cima de clichês. As piadas sobre hormônios, populares e valentões repetem fórmulas gastas do subgênero.

Ponto fraco: O terceiro ato apela para soluções fáceis e resoluções emocionais mal costuradas, que deixam a sensação de filme que não soube escolher entre ser comédia rasgada e lição de moral.

Curiosidades

  • O roteiro original era de Judd Apatow e Seth Rogen, mas foi reescrito por Steven Brill, que também assumiu a direção. O resultado final pouco lembra a marca de Apatow.
  • A cena com os idosos no parque nasceu de improviso no set e foi mantida porque a produção inteira caiu na gargalhada.
  • Foi filmado em Los Angeles com locações que incluem colégios reais, aproveitando a luz natural do outono californiano para emular o clima escolar.

Perguntas frequentes

Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor é um filme do Judd Apatow?

Não. Judd Apatow ajudou a desenvolver o roteiro original, mas quem reescreveu e dirigiu foi Steven Brill. Apatow aparece apenas como produtor.

Qual é a classificação etária do filme?

O longa é indicado para público adolescente, com linguagem moderada e algumas cenas de pancadaria estilizada típicas do subgênero de comédia escolar.

Jennifer Lawrence está no filme?

Sim. É um dos primeiros créditos em Hollywood da atriz, em participação discreta que hoje é disputada por fãs de seu trabalho posterior.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de Owen Wilson que querem ver o ator fora do registro dramático e mais próximo de suas comédias de antigamente.
  • Quem foi adolescente nos anos 2000 e curte revisitar comédias escolares da época, mesmo sabendo que o tempo não poupou nenhuma delas.
  • Caçadores de participações especiais, em busca de uma Jennifer Lawrence iniciante e de um Danny McBride secundário.