Veja o trailer do filme Feitiço Havaiano

Feitiço Havaiano

Feitiço Havaiano

O que é Feitiço Havaiano

Chad Gates (Elvis Presley) acaba de sair do Exército e volta para casa, em Honolulu, com um único plano: recusar o cargo no negócio da família e trabalhar por conta própria.

Ele consegue uma vaga de guia turístico e, de quebra, passa a seduzir as funcionárias do hotel por onde leva os grupos de turistas.

A mãe (Angela Lansbury) não aprova nem o emprego, nem a namorada que ele escolheu — a tradicional garota havaiana (Joan Blackman) que o pai aprovaria.

O filme é o típico musical de Elvis da era Hal Wallis: roteiro simples, conflitos familiares bobos e números musicais espalhados entre cenas de praia.

Estreia e legado

Feitiço Havaiano chegou aos cinemas norte-americanos em novembro de 1961 e foi um estouro de bilheteria para a Paramount, rendendo mais de 13 milhões de dólares só nos EUA — uma marca enorme para a época.

Foi o filme que reinventou a carreira cinematográfica de Elvis Presley e abriu caminho para uma sequência de oito longas com a mesma estrutura leve e turística, começando por Prisioneiro do Rock.

Naquele mesmo ano, o longa concorreu ao Oscar de Melhor Trilha Sonora e emplacou trilhas que viraram pedras angulares do cancioneiro pop, como 'Blue Hawaii' e 'Can't Help Falling in Love'.

Hoje é lembrado como retrato nostálgico do Havaí pré-estadualização e como o ponto de virada que consolidou Elvis como astro de musicais românticos.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a trilha sonora é atemporal e a química de Elvis em cena funciona como um relógio. Canções como 'Can't Help Falling in Love' continuam sendo regrava ad infinitum.

Ponto alto: as paisagens de Waikiki viram personagem à parte e envelheceram bem, dando ao filme um charme visual que pouca comédia musical da época tem hoje.

Ponto fraco: o roteiro é fino demais, sustentado basicamente por mal-entendidos familiares que se resolvem sozinhos.

Ponto fraco: o ritmo cai nas cenas que não têm música, e o humor de situação tem cara de sitcom dos anos 50, o que pode cansar quem não tem ligação afetiva com o Rei.

Curiosidades de bastidores

  • O gerente de produção Hal Wallis escalou Elvis de propósito para um papel leve e turístico, depois do fiasco de crítica de 'Flaming Star' (1960), querendo capitalizar o lado carismático do cantor.
  • A canção 'Can't Help Falling in Love' foi gravada para o filme em apenas uma tomada, segundo a equipe, e virou o maior clássico romântico do repertório de Elvis.
  • As filmagens foram feitas com o apoio do governo do Havaí, ainda território norte-americano, e o governador na época chegou a aparecer em uma cena como ele mesmo.

Perguntas frequentes

Feitiço Havaiano (Blue Hawaii) é o melhor filme do Elvis?

Não é o mais prestigiado pela crítica, mas é o mais assistido e o que mais marcou a carreira cinematográfica do cantor. Para os fãs, é praticamente obrigatório.

Qual é a diferença entre Feitiço Havaiano e os outros musicais do Elvis?

É o primeiro longa da chamada 'fórmula Elvis-Hawaii' e o que inaugurou a sequência de oito filmes com a mesma estrutura leve, conflitos familiares e números musicais em cenários paradisíacos.

Feitiço Havaiano tem cena pós-créditos?

Não. O longa termina com a tradicional resolução romântica logo antes dos créditos finais, sem cenas extras depois.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de Elvis Presley que querem ver o astro no auge do charme cinematográfico e colecionam diferentes obras do cantor.
  • Apaixonados por comédias leves dos anos 60, estética vintage e trilha sonora romântica em modo puro.
  • Curiosos por história da cultura pop norte-americana, interessados em ver o Havaí turístico dos anos pré-turismo de massa e início dos anos 60.

Título original: BLUE HAWAII

País de origem: EUA

Diretor: Norman Taurog

Principais atores:



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