Ex-Baghdad

Ex-Baghdad: Jackie Chan e Sylvester Stallone juntos no Iraque

Um empreiteiro chinês é chamado às pressas para uma refinaria atacada em Mosul, no norte do Iraque.

Ele descobre que o ataque foi fachada para um roubo milionário de petróleo, e não tem escolha a não ser arregimentar ajuda local.

Aí entra um ex-fuzileiro naval norte-americano com músculo de sobra e pouca paciência para diálogo. A partir daí, o filme vira um buddy movie em zona de guerra, com direito a explosões, perseguições e socos em cenário real de conflito.

Dirigido por Scott Waugh, o longa aposta quase tudo na dobradinha improvável entre Jackie Chan e Sylvester Stallone.

Origens e contexto do projeto

Ex-Baghdad é uma coprodução sino-americana, assinada pela Shanghai Media Group ao lado de parceiros de Hollywood, e nasceu da tentativa de repetir a fórmula de blockbusters internacionais estrelados por Jackie Chan nos anos 2000 e 2010.

É a primeira vez que Chan e Stallone dividem o protagonismo em um longa-metragem, depois de participações relâmpago no universo de Os Mercenários.

Stallone chega ao projeto com o DNA de Rambo - Programado Para Matar e Rocky, Um Lutador nas costas, enquanto Chan imprime o humor físico e a coreografia de luta que o consagraram.

O filme circulou em mercados asiáticos antes de ganhar distribuição mais ampla, sem campanha relevante por grandes prêmios internacionais. O legado até aqui é modesto: funciona como curiosidade para fãs de ambos, não como marco do gênero de ação ou suspense.

Vale o ingresso? Pontos altos e baixos

Ponto alto: a química entre Jackie Chan e Sylvester Stallone é melhor do que o material permite. Os dois roubam cada cena em que aparecem juntos, e o contraste entre o estilo marcial de Chan e a brutalidade seca de Stallone diverte.

As sequências de ação tiram proveito de locações reais no Oriente Médio, o que dá textura ao tiroteio e diferencia o longa de produções que dependem demais de CGI.

Ponto fraco: o roteiro é funcional demais. A geopolítica do Iraque é usada só como pano de fundo para explosões, e os vilões são genéricos, quase caricatos.

O terceiro ato aposta em escala demais e perde o lado artesanal das lutas que Jackie Chan costuma defender. Quem procura profundidade política ou surpresa narrativa sai frustrado.

Curiosidades de bastidores

  • É a primeira vez que Jackie Chan e Sylvester Stallone dividem o protagonismo de um longa, depois de participações no universo de Os Mercenários.
  • As filmagens usaram locações no Marrocos e em partes do Oriente Médio para reconstruir o cenário de Mosul, no Iraque.
  • O diretor Scott Waugh é conhecido por trabalhos de ação com pegada mais artesanal, o que se nota nas cenas de luta e nas sequências práticas.

Perguntas frequentes sobre Ex-Baghdad

Ex-Baghdad tem cena pós-créditos?

Não há cena pós-créditos confirmada. O longa se encerra de forma direta, sem teaser de continuação após os créditos finais.

Qual a classificação indicativa de Ex-Baghdad?

A classificação ainda não foi definida oficialmente, mas o conteúdo de violência intensa e temática de guerra sugere indicação para público adulto, acima de 16 anos.

Ex-Baghdad vale a pena para quem curte ação?

Vale para quem busca ação com locações reais e quer ver Chan e Stallone juntos. Não vale para quem espera roteiro elaborado ou contexto político mais profundo sobre o Iraque.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de buddy movies de ação militar que curtem a dinâmica entre parceiros incompatíveis no campo de batalha.
  • Quem acompanha a carreira de Jackie Chan e Stallone desde os anos 80 e quer ver os dois dividindo o protagonismo pela primeira vez.
  • Espectadores que preferem ação e suspense com locações reais, explosões e pouca enrolação narrativa.

País de origem: China

Diretor: Scott Waugh

Principais atores: