Veja o trailer do filme Escorregando para a Glória

Escorregando para a Glória

Escorregando para a Glória

Comédia Duração: 1h 33min

Do ringue de gelo para a tela

A premissa é simples e absurda justamente por isso. Dois patinadores rivais são banidos do circuito após uma briga épica em plena pista e, anos depois, descobrem uma brecha nas regras: nada impede uma dupla masculina.

Esse é o motor cômico de Escorregando para a Glória, que mistura esporte, caricatura e pastelão com a cara do humor americano do meio dos anos 2000. O filme não tenta ser nada além do que é: um vehicle para Will Ferrell no modo mais exagerado possível.

De 2007 para cá

Lançado em 10 de agosto de 2007 nos Estados Unidos, o longa chegou ao Brasil ainda naquele ano, surfando a onda de comédias esportivas que também rendia bem em blockbusters de humor na mesma janela.

A estreia foi acompanhada por uma campanha de marketing agressiva, com comerciais veiculados durante a NHL e eventos de patinação simulada. O filme abriu em segundo lugar nas bilheterias norte-americanas, atrás de 300, mas sustentou público nas semanas seguintes.

Hoje é lembrado como cult entre fãs de Will Ferrell e Jon Heder, citado sempre que se fala em comédias descompromissadas da DreamWorks. Não levou prêmios relevantes, mas entrou na lista dos longas esportivos mais ridículos já produzidos.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a primeira metade é um acerto atrás do outro, com a parceria entre Ferrell e Heder funcionando como motor cômico. As cenas de treino e a sequência do frosty são puro absurdo físico.

Ponto fraco: o terceiro ato aposta demais na resolução do campeonato, o que estica a duração. O roteiro não tem profundidade real, então quem busca piadas ácidas ou construção de personagem vai sair frustrado.

No saldo final, é uma comédia que diverte sem reinventar nada. Funciona melhor como sessão pipoca do que como maratona analítica.

  • O figurino de Stranz e Fairchild foi inspirado propositalmente em looks de discoteca oitentista para amplificar o ridículo.
  • As cenas de patinação exigiram dois meses de coreografia por parte dos atores principais, mesmo com uso extensivo de dublês.
  • O título original, Blades of Glory, virou piada interna entre fãs que passaram a apelidar outros filmes esportivos da época com o mesmo sufixo.

Escorregando para a Glória é bom?

Sim, para quem curte humor pastelão. Não é unanimidade entre críticos, mas diverte fácil na primeira metade.

Tem cena pós-créditos?

Não há cena pós-créditos relevante. Pode levantar do sofá assim que o elenco final aparece.

Onde assistir Escorregando para a Glória?

Está disponível em catálogos de streaming e em locadoras digitais, além de passar em reprises na TV aberta. Confira a grade atualizada na seção de programação logo abaixo.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de Will Ferrell que já riram com Zohan e Anchorman e buscam humor físico sem filtro.
  • Espectadores nostálgicos com a comédia esportiva dos anos 2000, dispostos a relevar o humor datado.
  • Quem curte absurdos visuais, figurino ridículo e piadas sobre narcisismo no esporte.