Veja o trailer do filme Ela é a Poderosa

Ela é a Poderosa

Ela é a Poderosa

12 Comédia Dramática Romance Duração: 1h 53min

Três gerações, uma fazenda e segredos guardados por anos

Ela é a Poderosa (no original Georgia Rule) coloca três mulheres de uma mesma família para dividir o mesmo teto pela primeira vez em anos. Rachel, Lilly e Georgia não se suportam, mas vão precisar se entender.

Rachel (Lindsay Lohan) é uma adolescente impulsiva que vive atolada em encrencas. A mãe, Lilly (Felicity Huffman), está exausta e decide mandá-la para a fazenda da avó no interior, mesmo tendo jurado que nunca mais pisaria lá.

Georgia (Jane Fonda) é uma senhora de convicções firmes, que acorda cedo, cobra postura e cobra trabalho. O choque entre as três é o motor da história, costurado com comédia dramática e momentos de afeto.

O que começa como um castigo vira um acerto de contas com o passado, à medida que segredos antigos vêm à tona. O roteiro aposta em uma jornada de romance familiar atravessado por trauma, culpa e redenção.

Estreia, legado e como ele é lembrado hoje

Ela é a Poderosa chegou aos cinemas brasileiros em 20 de julho de 2007, distribuído pela Universal Pictures. Era a reunião de Garry Marshall com Jane Fonda, depois de festivais como o de Toronto e coletiva de imprensa que tentou emplacar a então problemática Lindsay Lohan como o grande chamariz do marketing.

Com orçamento estimado em US$ 30 milhões, o longa teve desempenho morno nas bilheterias e foi massacrado pela crítica especializada. Hoje é lembrado mais pelo carisma de Jane Fonda e pelo contexto da carreira de Lohan do que pelo roteiro em si.

Não ganhou Oscar, nem disputou qualquer prêmio de peso. Ficou como um título menor na filmografia de Marshall, lembrado por cult fãs da atriz e por quem topa revisitar comédias dramáticas familiares dos anos 2000.

Vale o ingresso?

Ponto alto: Jane Fonda está impecável. Ela dá a Georgia uma mistura rara de dureza e vulnerabilidade que sustenta o filme sozinha, mesmo quando o texto vacila.

A direção de Garry Marshall conduz a comédia dramática com ritmo leve e sabe dosar humor e emoção em algumas cenas, especialmente no terceiro ato.

Ponto fraco: o roteiro é irregular. Reviravoltas vêm sem铺垫, diálogos explicam demais e o filme escorrega no didatismo em pelo menos duas cenas-chave. Lindsay Lohan aparece apagada diante de duas atrizes com mais bagagem para o papel.

No fim, é um entretenimento honesto, mas longe de ser um clássico. Funciona bem como reprise caseira num domingo à tarde.

Curiosidades dos bastidores

  • O roteiro original se chamava The Rule e passou por várias reescritas antes de chegar ao título final Georgia Rule
  • Hector Elizondo, presença constante nos filmes de Garry Marshall, aparece mais uma vez em um pequeno papel
  • A produção foi marcada por atrasos e troca de locação, o que forçou parte das gravações a sair do Oregon para a Califórnia

Perguntas frequentes sobre Ela é a Poderosa

Ela é a Poderosa é baseado em alguma história real?
Não. O longa é uma ficção original escrito por Mark Andrus, sem ligação com casos verídicos.

Qual a classificação etária do filme no Brasil?
Indicado para 12 anos, por causa de conteúdo sexual, drogas e linguagem forte em algumas cenas.

Quem dirige Ela é a Poderosa?
O filme é dirigido por Garry Marshall, veterano das comédias românticas que também dirigiu A Juventude e o clássico Meninas Malvadas.

Tem cena pós-créditos?
Não. O filme termina com a ficha técnica, sem teasers extras depois dos créditos.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de dramas familiares com três gerações de mulheres no centro da história
  • Quem acompanha a carreira de Jane Fonda e quer ver um de seus papéis mais marcantes dos anos 2000
  • Público que curte comédias dramáticas leves, com humor pastelão e viradas emocionais