Veja o trailer do filme Duro de Matar: Um bom dia para morrer
Duro de Matar: Um bom dia para morrer
Sobre o que é o filme
Em "Duro de Matar: Um bom dia para morrer", o policial Bruce Willis está de volta como John McClane, mas o cenário agora é a Rússia.
Desta vez, ele descobre que o filho com quem não fala há anos, Jack, foi preso em Moscou acusado de assassinato.
O que começa como uma viagem de resgate vira uma trama de espionagem envolvendo um dossiê capaz de derrubar um candidato à presidência russa.
O longa marca a primeira vez que McClane sai dos Estados Unidos e, também, a primeira em que divide a tela com um membro da família — na pele de Jai Courtney.
Estreia e legado
"Duro de Matar: Um bom dia para morrer" chegou aos cinemas brasileiros em 22 de fevereiro de 2013, após uma campanha de marketing enorme da 20th Century Fox, que apostou no relançamento da franquia.
A produção custou cerca de 92 milhões de dólares e, mesmo faturando mais de 300 milhões worldwide, foi considerada um fracasso de prestígio.
Foi a pior recepção crítica de toda a saga: Rotten Tomatoes em torno de 15% de aprovação, Metacritic na casa dos 28.
Hoje, o filme é lembrado mais como o ponto baixo da carreira de Willis e o exemplo clássico de sequência tardia que ninguém pediu.
Mesmo assim, abriu caminho para McClane voltar em "Duro de Matar: Ano Bom Para Morrer" (2025), ao lado do filho, em uma tentativa de correção de rumo.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a química entre Bruce Willis e Jai Courtney funciona melhor do que o roteiro merecia, e a tentativa de virar a página com uma trama de pai e filho espionagem dá ao filme um respiro que os capítulos anteriores não tinham.
As cenas de perseguição de carro em Moscou e a sequência final na usina de Chernobyl têm escala decente.
Ponto fraco: o roteiro é confuso, os vilões são genéricos, e a direção de John Moore apela demais para cortes rápidos e CGI borrado, o que tira peso das pancadas.
É o filme de ação mais esquecível da saga.
Curiosidades rápidas
- Foi o primeiro Duro de Matar filmado inteiramente fora dos Estados Unidos, com locações na Hungria substituindo Moscou por questões logísticas.
- Bruce Willis recebeu cerca de 25 milhões de dólares para reprisar o papel, mesmo com o roteiro ainda em revisão.
- Antes de Jai Courtney, o papel de Jack chegou a ser oferecido a Ben Foster, que recusou por divergências criativas.
Perguntas frequentes
Duro de Matar: Um bom dia para morrer é bom?
Não. É considerado o pior filme da franquia, com críticas negativas unânimes sobre roteiro confuso e vilões genéricos. Funciona apenas como curiosidade para completistas.
Qual a classificação indicativa?
Classificação 12 anos, por violência intensa e algumas cenas de tortura psicológica.
Tem cena pós-créditos?
Não. Os créditos finais rolam sem nenhum extra ou teaser escondido, ao contrário de outros blockbusters da época como Esquadrão Suicida e Scott Pilgrim.
Pra quem é este filme:
- Fãs de carteirinha da franquia Duro de Matar que precisam assistir a todos os capítulos, mesmo os ruins.
- Quem curte ação dos anos 2010 com cara de geopolítica genérica e ambientação europeia.
- Curiosos que querem entender por que a saga entrou em hiato até a sequência com Bruce Willis e o filho, lançada em 2025.
Título original: Duro de Matar: Um bom dia para morrer
País de origem: EUA
Data do lançamento: 22/02/2013
Distribuidora: 20th Century Fox
Diretor: John Moore
Principais atores: