Veja o trailer do filme Duro de Matar: Um bom dia para morrer

Duro de Matar: Um bom dia para morrer

Duro de Matar: Um bom dia para morrer

12 Ação Duração: 1h 36min

Sobre o que é o filme

Em "Duro de Matar: Um bom dia para morrer", o policial Bruce Willis está de volta como John McClane, mas o cenário agora é a Rússia.

Desta vez, ele descobre que o filho com quem não fala há anos, Jack, foi preso em Moscou acusado de assassinato.

O que começa como uma viagem de resgate vira uma trama de espionagem envolvendo um dossiê capaz de derrubar um candidato à presidência russa.

O longa marca a primeira vez que McClane sai dos Estados Unidos e, também, a primeira em que divide a tela com um membro da família — na pele de Jai Courtney.

Estreia e legado

"Duro de Matar: Um bom dia para morrer" chegou aos cinemas brasileiros em 22 de fevereiro de 2013, após uma campanha de marketing enorme da 20th Century Fox, que apostou no relançamento da franquia.

A produção custou cerca de 92 milhões de dólares e, mesmo faturando mais de 300 milhões worldwide, foi considerada um fracasso de prestígio.

Foi a pior recepção crítica de toda a saga: Rotten Tomatoes em torno de 15% de aprovação, Metacritic na casa dos 28.

Hoje, o filme é lembrado mais como o ponto baixo da carreira de Willis e o exemplo clássico de sequência tardia que ninguém pediu.

Mesmo assim, abriu caminho para McClane voltar em "Duro de Matar: Ano Bom Para Morrer" (2025), ao lado do filho, em uma tentativa de correção de rumo.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a química entre Bruce Willis e Jai Courtney funciona melhor do que o roteiro merecia, e a tentativa de virar a página com uma trama de pai e filho espionagem dá ao filme um respiro que os capítulos anteriores não tinham.

As cenas de perseguição de carro em Moscou e a sequência final na usina de Chernobyl têm escala decente.

Ponto fraco: o roteiro é confuso, os vilões são genéricos, e a direção de John Moore apela demais para cortes rápidos e CGI borrado, o que tira peso das pancadas.

É o filme de ação mais esquecível da saga.

Curiosidades rápidas

  • Foi o primeiro Duro de Matar filmado inteiramente fora dos Estados Unidos, com locações na Hungria substituindo Moscou por questões logísticas.
  • Bruce Willis recebeu cerca de 25 milhões de dólares para reprisar o papel, mesmo com o roteiro ainda em revisão.
  • Antes de Jai Courtney, o papel de Jack chegou a ser oferecido a Ben Foster, que recusou por divergências criativas.

Perguntas frequentes

Duro de Matar: Um bom dia para morrer é bom?

Não. É considerado o pior filme da franquia, com críticas negativas unânimes sobre roteiro confuso e vilões genéricos. Funciona apenas como curiosidade para completistas.

Qual a classificação indicativa?

Classificação 12 anos, por violência intensa e algumas cenas de tortura psicológica.

Tem cena pós-créditos?

Não. Os créditos finais rolam sem nenhum extra ou teaser escondido, ao contrário de outros blockbusters da época como Esquadrão Suicida e Scott Pilgrim.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de carteirinha da franquia Duro de Matar que precisam assistir a todos os capítulos, mesmo os ruins.
  • Quem curte ação dos anos 2010 com cara de geopolítica genérica e ambientação europeia.
  • Curiosos que querem entender por que a saga entrou em hiato até a sequência com Bruce Willis e o filho, lançada em 2025.