Sobre o que é Adam e seus Clones
Adam é um adolescente comum, do tipo que acha que a própria vida é a mais chata do mundo. Ele não brilha na escola, não se dá bem com a garota que gosta e vive entalado entre as obrigações de sempre.
O problema aparece quando ele mexe na cama bronzeadora escondida do pai, um cientista meio maluco. Um raio sai do controle e, em vez de só bronzear, a máquina dispara um feitiço científico que clona Adam em vários adolescentes idênticos.
O susto inicial vira uma oportunidade de ouro. Cada clone assume uma tarefa diferente: um vai à escola, outro tenta conquistar a paquera, outro se infiltra em um acampamento. Para quem gosta de comédia pastelão com cara de TV, o filme entrega exatamente o que promete.
É um longa leve, curto e pensado para o público que ainda curte sessão em família com fantasia na medida.
Quando estreou e por que ele ainda aparece em catálogos
Splitting Adam, o título original, foi lançado em 2015 como telefilme da Nickelodeon e só depois ganhou distribuição em DVD e streaming no Brasil como Adam e seus Clones.
A produção não passou pelos cinemas tradicionais nem disputou prêmios de ação ou festival. Ele nasceu pensado para a TV a cabo e para a plateia infantojuvenil norte-americana, e foi nessa seara que funcionou.
Hoje aparece em catálogos de streaming e em listas de comédias bobas para crianças. Não marcou cultura pop, mas tem valor de nostalgia para quem cresceu assistindo Nickelodeon no início dos anos 2010.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a presença de Isabela Moner como a vizinha/amiga de Adam dá o carisma que o roteiro não consegue sozinho. Ela já mostrava aqui o timing cômico que tempos depois brilhou em Sicario 2: Soldado, em Sicario 2: Soldado, e em Dora e a Cidade Perdida.
Ponto alto: o elenco jovem vende bem a premissa maluca de um ator interpretando vários clones idênticos com personalidades diferentes. Funciona dentro do universo bobo do filme.
Ponto fraco: o roteiro é raso e previsível. A mensagem de "aprecie quem você é" vem escrita na testa e não tem nenhuma camada a mais.
Ponto fraco: o humor aposta em piadas de constrangimento que já estavam gastas em 2015. Comparado a O que será de Nozes 2, por exemplo, o nível de capricho é bem mais baixo.
Curiosidades de bastidor
- O ator Jack Griffo já era conhecido do público Nickelodeon por The Thundermans, série exibida no mesmo canal antes de Adam e seus Clones.
- Isabela Moner mudou o nome artístico para Isabela Merced anos depois, e a carreira deslanchou com Sicario 2: Soldado, mesmo universo de Sicario 2: Soldado.
- A direção é de Scott McAboy, profissional que assinou vários telefilmes do canal Nickelodeon na mesma leva, então a linguagem visual segue o padrão de sitcom filmada.
Perguntas frequentes sobre Adam e seus Clones
Adam e seus Clones é o mesmo que Splitting Adam?
Sim. Splitting Adam é o título original em inglês, lançado como telefilme da Nickelodeon em 2015. Adam e seus Clones é o nome usado na distribuição brasileira em DVD e streaming.
Adam e seus Clones tem cena pós-créditos?
Não. O longa termina de forma fechada, sem gancho para continuação nem cena extra depois dos créditos.
Adam e seus Clones é bom para crianças?
Funciona bem para o público de 8 a 13 anos que curte comédia familiar leve. A premissa de clones é tratada sem violência e o tom é bem pastelão, sem sustos reais.
Pra quem é este filme:
- Fãs de comédias teen da Nickelodeon: quem cresceu assistindo Os Underhypes, Big Time Rush e afins vai reconhecer o mesmo tom de sitcom televisiva.
- Quem curte premissa de clones: é um filme simples sobre multiplicação de identidade, sem o peso de ficção científica adulta. Funciona como distração leve.
- Maratona de domingo com criança em casa: pelos 91 minutos e pela classificação indicativa leve, cabe bem em sessão caseira para o público de 8 a 13 anos.
Título original: Splitting Adam
País de origem: EUA
Principais atores: