Veja o trailer do filme A Última Casa à Esquerda
A Última Casa à Esquerda
O que é A Última Casa à Esquerda
No dia do aniversário de 17 anos, Mari Collingwood sai para comemorar com a amiga Paige e acaba nas mãos de um grupo de fugitivos liderados por Krug, um criminoso carismático e brutal.
O pai e a mãe preparam uma festa surpresa em casa enquanto a filha vive o pior pesadelo da vida dela, em cenas que não poupam o espectador.
Dirigido por Dennis Iliadis, o longa é um remake do cult de 1972 assinado por Wes Craven, com pegada de thriller de vingança e peso de terrorploitation.
Quando os assassinos buscam abrigo na casa de campo dos Collingwood, o roteiro troca a chave: a família deixa de ser vítima e vira justiceira improvisada.
Estréia e legado
Lançado nos Estados Unidos em 13 de março de 2009 e no Brasil em 2009, o longa foi produzido por Craig Zobel e Wes Craven, com orçamento estimado de US$ 15 milhões e bilheteria mundial próxima de US$ 45 milhões.
Não levouOscar, mas rendeu o prêmio de Melhor Filme de Terror no Scream Awards de 2009 e uma indicação ao Framboesa de Ouro para Sara Paxton como Pior Atriz.
Mesmo com recepção morna da crítica especializada, o filme encontrou público no circuito de home video e ajudou a reacender o interesse pelo subgênero rape-and-revenge nos anos 2000.
Hoje é lembrado como um dos remakes mais agressivos do terror pós-millennium, citado por quem busca violência gráfica explícita no streaming.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a transição da família comum para o acerto de contas. A virada dos pais, com Monica Potter e Tony Goldwyn, transforma a casa em ringue de tortura caseira, e a tensão só cresce.
O terceiro ato funciona como um soco seco, com direito a instrumentos cirúrgicos e clima de pesadelo suburbano.
Ponto fraco: o segundo ato é lento, cheio de elipses mal costuradas, e os vilões beiram o caricato, principalmente Krug, que grita e gesticula demais.
O roteiro de Adam Alleca economiza na construção psicológica dos antagonistas, e aFriend Paige some da narrativa com facilidade irritante.
Curiosidades dos bastidores
- Wes Craven, diretor do original de 1972, assinou a produção executiva do remake e foi um dos principais defensores do elenco jovem escolhido por Iliadis.
- Esse foi um dos primeiros papéis de Aaron Paul no cinema, antes de se tornar o Jesse Pinkman de Breaking Bad. Ele vive Francis, o membro mais jovem do bando.
- O roteiro foi reescrito várias vezes. A versão original era ambientada nos anos 1970 como homenagem ao original, mas o estúdio da Relativity Media recusou o corte e exigiu atualização para os dias atuais.
Perguntas frequentes
A Última Casa à Esquerda (2009) tem cena pós-créditos?
Não. O longa termina com uma resolução fechada da família Collingwood, sem gancho extra nem cena adicional após os créditos finais.
O filme é muito violento?
Sim. A violência é gráfica, explícita e constante, com tortura, estupro e mutilação em cena. Não é recomendado para estômagos sensíveis nem para sessões em família.
É baseado em fatos reais?
Não. A história é uma adaptação moderna do filme de terror homônimo escrito e dirigido por Wes Craven em 1972, que por sua vez se inspirava vagamente em O que Terá Acontecido a Baby Jane, de Robert Aldrich.
Onde assistir A Última Casa à Esquerda?
Consulte a grade de programação e os catálogos de streaming logo abaixo para ver em quais plataformas o título está disponível no Brasil.
Pra quem é este filme:
- Fãs de terror exploitation e rape-and-revenge que buscam violência sem filtro, no estilo de Kill Bill: Volume 1 e o original de Craven.
- Quem curte thrillers de vingança doméstica e sobrevivência rural, com clima parecido ao de A Estrada.
- Espectadores interessados em acompanhar a carreira de Aaron Paul antes do estouro de Breaking Bad, em um de seus primeiros papéis relevantes no cinema.
Título original: The Last House on the Left
País de origem: EUA
Diretor: Dennis Iliadis
Principais atores: