Veja o trailer do filme A Série Divergente: Convergente

A Série Divergente: Convergente

A Série Divergente: Convergente

O que é A Série Divergente: Convergente

Tris (Shailene Woodley) e Quatro (Theo James) recebem a mensagem gravada de Edith Prior e decidem atravessar a cerca que cerca Chicago. A jornada arrasta Caleb (Ansel Elgort), Peter (Miles Teller), Christina (Zoë Kravitz) e Tori (Maggie Q) para fora dos limites que eles conhecem.

Do outro lado, o grupo encontra um mundo controlado pelo Bureau de Assuntos Genéticos, uma organização que monitora experimentos com humanos puros. A revelação muda o que Tris entende sobre a própria origem e o papel das facções.

O longa funciona como o primeiro ato de uma conclusão dividida em dois filmes. Por isso, termina em aberto, deixando a maior parte das respostas para Ascendente.

Quando estreou e como é lembrado

A Série Divergente: Convergente chegou aos cinemas brasileiros em 10 de março de 2016, distribuído pela Paris Filmes. Nos Estados Unidos, estreou uma semana antes, em 18 de março.

O filme é lembrado como o ponto de virada negativo da saga. Bilheteria abaixo das expectativas, crítica fria e a decisão do estúdio de transformar o final em dois filmes frustraram o público que acompanhava Tris desde 2014.

É um título curioso para estudiosos de franquias adolescentes: o exemplo clássico de como esticar uma trilogia em quatro partes pode canibalizar o próprio público.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a performance de Jeff Daniels como David, o líder do Bureau. Ele traz peso e ambiguidade ao antagonista, algo que a franquia não tinha até aqui. A revelação do mundo além da cerca também tem impacto visual interessante, com cenários desérticos que fogem do cinza de Chicago.

Ponto fraco: a trama avança pouco. A maior parte do longa é deslocamento, exposição e conflitos internos rasos. O ritmo cai no segundo ato e a sensação é de que nada importante acontece até os últimos vinte minutos. A divisão em dois filmes transforma Convergente em um prólogo caro e cansativo.

Para fãs que já leram os livros, o desfecho de Tris pode compensar. Para espectadores casuais, é o capítulo mais fraco da série.

Curiosidades de bastidores

  • O título Convergente foi uma escolha do estúdio. O livro original da Veronica Roth se chama Allegiant e cobre toda a conclusão em um único volume.
  • A produção mudou o calendário de filmagens para acomodar Shailene Woodley, que também gravava o longa Snowden - Herói ou traidor no mesmo período.
  • A baixa bilheteria em território norte-americano fez a Lionsgate encerrar a parceria com a Zoë Kravitz e outros nomes antes do capítulo final, reduzindo o elenco em Ascendente.

Perguntas frequentes

A Série Divergente: Convergente é o último filme da saga?

Não. Convergente é o terceiro de quatro longas. O desfecho vem em A Série Divergente: Ascendente, lançado em 2017 com formato quase direto para vídeo em parte dos mercados.

Preciso ter visto os filmes anteriores para entender Convergente?

Sim. O longa assume que você já conhece as facções, os personagens e a mensagem de Edith Prior. Quem chega de paraquedas vai se perder em explicações jogadas pelo meio do roteiro.

Convergente tem cena pós-créditos?

Não. O longa termina com um corte seco logo após o desfecho de Tris, sem cenas extras durante ou depois dos créditos.

Pra quem é este filme:

  • Fãs da trilogia literária de Veronica Roth que querem conferir a adaptação de ficção científica mesmo cientes das mudanças.
  • Quem acompanha o ciclo young adult dos anos 2010, ao lado de sagas como Jogos Vorazes e Maze Runner.
  • Curiosos pela transição de carreira de Miles Teller, visível em títulos como Whiplash - Em busca da perfeição.