Veja o trailer do filme A Saga Crepúsculo: Eclipse

A Saga Crepúsculo: Eclipse

A Saga Crepúsculo: Eclipse

14 Fantasia Romance Duração: 2h 4min

O terceiro capítulo da saga mais melódramatica do cinema adolescente

Em A Saga Crepúsculo: Eclipse, Kristen Stewart volta como Bella Swan, finalmente dividida entre o pedido de casamento de Edward e o amor não correspondido (mas declarado) de Jacob. O longa assume a difícil tarefa de equilibrar o triângulo amoroso com uma ameaça concreta à cidade de Seattle.

O ponto de virada está no conflito externo: vampiros recém-criados liderados por Victoria começam a atacar a região. Isso força Edward, os Cullens e a alcateia de lobos de Jacob a selar uma trégua desconfortável para defender Forks. O roteiro troca o tom passivo dos filmes anteriores por uma urgência militar, com direito a treinamento físico, contagem de inimigos e estratégias de defesa.

Para o público que acompanha a saga desde o primeiro filme, Eclipse entrega a primeira cena de batalha em escala real da franquia.

Estreia, bilheteria e o pico da febre Crepúsculo

Lançado em 29 de junho de 2010, Eclipse chegou ao Brasil em plena Twilight Mania. O filme estreou em primeiro lugar nas bilheterias norte-americanas com cerca de 64 milhões de dólares no fim de semana de abertura.

No mundo, superou os 700 milhões de dólares, tornando-se o capítulo de maior sucesso comercial da saga na época, recorde que Amanhecer superou no ano seguinte.

Apesar do desempenho financeiro, a crítica foi dura: a Rotten Tomatoes mantém a aprovação em torno de 46%. A trilha sonora, assinada por Howard Shore, foi indicada ao Grammy. Hoje, Eclipse é lembrado como o capítulo que finalmente deu peso de guerra ao universo de Stephenie Meyer.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a sequência de treinamento de Alice e Bella na floresta e a batalha final na montanha. É a primeira vez que os Cullen mostram poderio de combate real, com o exército de lobos fechando o cerco no gelo. A coreografia mistura parkour, luta corporal e efeitos práticos.

Ponto alto: a troca de atrizes em Victoria. Bryce Dallas Howard assume o papel com presença física ameaçadora, algo que Rachelle Lefevre nunca havia explorado. Já Dakota Fanning surge como Jane, dos Volturi, com frieza cirúrgica.

Ponto fraco: as cenas na tenda entre Bella, Edward e Jacob alongam demais o romance. O roteiro insiste em diálogos sobre escolha, alma e destino que travam o ritmo antes da ação.

Ponto fraco: a direção de David Slade apaga a identidade visual que Catherine Hardwicke imprimiu no primeiro filme. O resultado é tecnicamente competente, mas sem a textura crua de Crepúsculo (2008).

Curiosidades de bastidores

  • A escalação de Bryce Dallas Howard para o papel de Victoria foi controversa: a atriz original, Rachelle Lefevre, foi substituída por conflitos de agenda com a produção.
  • As cenas de luta com lobos misturam lobos reais de adestramento com versões em CGI da empresa de efeitos que trabalhou em O Senhor dos Anéis.
  • O roteiro foi escrito por Melissa Rosenberg, única roteirista a assinar os cinco filmes da saga original.

Perguntas frequentes sobre A Saga Crepúsculo: Eclipse

A Saga Crepúsculo: Eclipse tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina com a cena da formatura de Bella e Edward. Toda a resolução fica na narrativa principal.

Eclipse é o melhor filme da saga?

Entre os três primeiros, costuma ser apontado como o mais equilibrado por mesclar romance, tensão sobrenatural e ação de fato. Amanhecer – Parte 1 e 2, porém, costumam superá-lo nas preferências do público.

É preciso ter visto Crepúsculo e Lua Nova antes de Eclipse?

Sim. Eclipse assume que você conhece a mitologia dos vampiros vegetarianos, a origem do imprint de Jacob e o passado de Edward. Começar por aqui gera buracos na história.

Pra quem é este filme:

  • Fãs da saga que acompanham Stephenie Meyer desde a publicação dos livros e querem ver o capítulo mais próximo de um filme de guerra sobrenatural.
  • Quem curte fantasia com mitologia própria (vampiros, lobisomens, vampiros vegetarianos) e não se importa com dramas adolescentes.
  • Espectadores que colecionam trilhas sonoras, já que a de Eclipse tem Muse, Metric, Florence and the Machine e Bat for Lashes em uma só coletânea.