Lili Reinhart relembra diretor que a instruiu a "encolher a barriga" em cena
Publicado em 02/04/26 21:00
Em entrevista durante a divulgação de Frutos Proibidos, a atriz Lili Reinhart relatou uma experiência negativa em um set de filmagens com um diretor homem, que achou de bom-tom comentar sobre o corpo da atriz.
Questionada sobre “uma nota de atuação que você levou para o lado pessoal” em um vídeo com as colegas Victoria Pedretti, Alexandra Shipp e Lola Tung para a revista Cosmopolitan, Reinhart respondeu: “Quando um diretor homem se aproximou de mim e, silenciosamente, se inclinou e disse: ‘Apenas encolha um pouco a barriga’.” Reinhart não revelou o nome do diretor, apesar das colegas insistirem. “Conto depois”, disse.
@cosmopolitan Trust, we will all be hexing whoever this man is @Lili Reinhart! #AlexandraShipp #LolaTung #VictoriaPedretti #ForbiddenFruits ♬ original sound - Cosmopolitan
Fruto Proibidos é um filme de terror e comédia dirigido por Meredith Alloway, em sua estreia na direção de longas, com roteiro coescrito por ela e Lily Houghton, baseado na peça Of the woman came the beginning of sin, and through her we all die. A produção tem Diablo Cody entre os produtores.
A trama se passa em uma loja de um shopping center, onde três funcionárias — Apple (Lili Reinhart), Cherry (Victoria Pedretti) e Fig (Alexandra Shipp) — formam um coven secreto de bruxas no porão após o expediente. O trio cultiva uma imagem de "realeza do shopping" , combinando feminilidade performática com rituais que envolvem sangue, poções e invocações. A chegada de Pumpkin (Lola Tung), uma nova funcionária da praça de alimentação, desestabiliza a dinâmica do grupo. Inicialmente atraída pela aura do trio, Pumpkin logo desafia a hierarquia e o discurso vazio de empoderamento do coven, expondo segredos e tensões que levam o grupo a um confronto violento.
O elenco inclui ainda Emma Chamberlain, em sua estreia como atriz, no papel de Pickle, uma ex-integrante do grupo, e Gabrielle Union, com lançamento nos cinemas previsto para 27 de março de 2026.
Fonte: Omelete // Igor Pontes