Crepúsculo: Papel em Harry Potter ajudou na escalação de Robert Pattinson

Publicado em 21/01/22 20:00

Foi por meio de um bruxo que os produtores de Crepúsculo encontraram seu Edward Cullen. Quer dizer, de acordo com os produtores da franquia teen, Robert Pattinson foi escalado para o filme por conta de seu papel Harry Potter.

Em entrevista ao podcast The Big Hit Show, a diretora de Crepúsculo Catherine Hardwicke e o produtor executivo Erik Feig revelaram que encontraram o rosto de Pattinson enquanto vasculhavam por fotos do elenco dos filmes com os personagens criados por J. K. Rowling.

Eu queria alguém que não parecesse uma pessoa real”, disse Hardwicke. “Quem vai ser? Esse vampiro viveu por 90 e poucos anos. Ele é etéreo, ele é especial, ele é único, ele é interno, ele é taciturno, ele é tudo”, explicando que os atores que fizeram o teste para o papel, inicialmente, não tinham o perfil que ela procurava. 

Em seguida, Feig acrescentou: “Lembro-me de dizer: ‘É alguém Byronic. É alguém britânico. Estou lhe dizendo, é alguém que está em um penhasco olhando para longe, parecendo romântico’”. Então, com isso em mente, a dupla resolveu vasculhar imagens do elenco de Harry Potter e o Cálice de Fogo

Chegando à foto de Cedric Diggory, personagem vivido por Robert Pattinson, o executivo e a diretora brigaram para chamar o ator, mas, que no fim das contas, optaram por convidá-lo para fazer um teste. Após enviar uma fita de audição para a Summit Entertainment, Pattinson leu com com Kristen Stewart na casa de Hardwicke — conseguindo o papel.

Rob e Kristen fizeram o teste na minha cama, a cena do beijo”, contou a diretora. “Rob estava tão envolvido que caiu da cama. Eu disse, ‘Cara, acalme-se.’ …No final, Kristen disse, ‘Tem que ser Rob’. Eu poderia dizer que eles tinham muita química, e eu fiquei tipo, ‘Oh meu Deus’”.

Crepúsculo foi lançado nos cinemas em 2008, provando-se um grande sucesso e gerando quatro continuações até 2012. Juntos, os cinco filmes da saga renderam mais de US$ 3,3 bilhões em bilheteria.

Fonte: Omelete // Flávio Pinto