Oscar | Diretor de Arco soube de indicação em obra: “pedreiro não entendeu nada”
Publicado em 28/02/26 09:00
O diretor de animação Ugo Bienvenu, mente por trás do aclamado longa indicado ao Oscar Arco, viveu um momento no mínimo inusitado ao descobrir sua indicação. A grande notícia chegou de surpresa pelo celular em meio a uma reforma em sua nova casa, o que rendeu uma comemoração emocionada e deixou o pedreiro da obra sem entender o que se passava.
Oscar 2026 | Lista completa de indicados com O Agente Secreto e Wagner Moura Oscar 2026 | Onde Assistir aos 10 Indicados a Melhor Filme"Eu estava com a minha esposa, temos uma casa nova e estávamos com o pessoal da obra. Havia muitos arco-íris naquele dia em Paris, então eu estava recebendo fotos de arco-íris de todos os meus amigos. Entre essas mensagens, havia um 'você foi indicado', então eu estava com o pedreiro que não entendeu nada, e foi muito emocionante”, disse ele ao Omelete, lembrando da comemoração.
Apesar da alegria, as expectativas estão contidas. “Eu não espero muita coisa, já é algo gigantesco. O que realmente importa para mim é poder fazer o trabalho que eu amo. Eu sei que prêmios também colocam um peso nos seus ombros, então veremos como lidar com isso, mas consome muito tempo ficar pensando nisso."
Tudo sobre Arco, animação favorita ao Oscar 2026
CRÍTICA: Com Arco, Ugo Bienvenu mostra pureza na ânsia de mudar o próprio mundoO longa-metragem animado Arco chega ao Oscar como o favorito. O filme de Ugo Bienvenu venceu como melhor filme no festival Annency, foi indicado ao Globo de Ouro e BAFTA, além de cinco indicações ao Annie Awards, entre outras premiações.
A história acompanha a jornada mágica de Arco, um menino de 10 anos de um futuro distante e pacífico, que acidentalmente viaja de volta ao ano 2075 e descobre um mundo em perigo. À medida que Arco desenvolve uma amizade com uma jovem chamada Iris, eles se unem e, com seu robô cuidador Mikki, partem em uma jornada para trazer Arco de volta para casa.
Arco já está disponível nos cinemas do Brasil.
Fonte: Omelete // Pedro Henrique Ribeiro