Veja o trailer do filme Tinker Bell: Fadas e Piratas
O que é Tinker Bell: Fadas e Piratas
Quinto filme da franquia animada Tinker Bell, lançada diretamente como curta-metragem nos cinemas e depois expandida em longas. A direção fica com Peggy Holmes, que divide o comando com Peggy Holmes (na prática, a produção é assinada em co-direção com o estúdio Disneytoon).
Desta vez, a protagonista não é Tink. A fada doentia estudiosa de pó chamada Zarina rouba o valioso pó mágico azul do Refúgio das Fadas e foge para se unir a um bando de piratas na lendária Pedra da Caveira.
Tinker Bell e suas amigas partem numa missão para recuperar o pó, mas no caminho descobrem que Zarina usou o pó para trocar os talentos de cada fada. Tink ganha a velocidade de Vidia, Roseta perde o dom de curar plantas e o caos se instala.
Estreia e legado do filme
Lançado em 7 de março de 2014 nos cinemas brasileiros, o longa arrecadou cerca de US$ 60 milhões em bilheteria mundial, com orçamento bem mais modesto.
É o primeiro filme da franquia a não ter Tinker Bell como protagonista, abrindo espaço para personagens secundárias e expandindo o universo de Pixie Hollow.
Marcou a estreia de Tom Hiddleston emprestando a voz para um Capitão Gancho jovem e galanteador, anos antes de sua escalação como vilão em Thor 2: O Mundo Sombrio. Foi indicado ao Annie Awards de melhor animação e ao Daytime Emmy de melhor programa animado.
Hoje é lembrado como o ponto de virada da saga Tinker Bell: menos fofo, mais aventura, com vilões de verdade e viagens pelo mundo.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a ideia de trocar os talentos das fadas rende situações engraçadas e mostra que cada uma é boa no que faz porque treinou, não por mágica. A cena em que todas precisam aprender a tocar seus próprios talentos de volta é o melhor momento do filme.
Outro acerto: a participação de Tom Hiddleston dá ao Capitão Gancho um charme pirata bem-humorado. Funciona como uma proto-história do vilão clássico, e quem é fã de Thor: Ragnarok curte ver o ator num registro mais cômico.
Ponto fraco: 70 minutos não são suficientes para desenvolver uma protagonista nova. Zarina vira vilã e resolve seu dilema rápido demais, sem o peso emocional que a história tenta vender.
Outro problema: o terceiro ato é corrido. A batalha final no navio parece mais esboço do que clímax, e a resolução com o pó mágico é convenientemente simples demais.
Curiosidades dos bastidores
- O filme marca a primeira aparição animada do Capitão Gancho no universo Disney de Tinker Bell, em uma versão bem mais jovem e atrapalhada do clássico vilão de Peter Pan.
- A fada Zarina foi criada especificamente para este longa, com o objetivo de expandir a franquia além da figura da Tinker Bell e abrir caminho para spin-offs.
- Tom Hiddleston gravou suas falas em apenas dois dias de sessão em Londres, em meio às gravações de Thor: O Mundo Sombrio.
Perguntas frequentes
Tinker Bell: Fadas e Piratas tem cena pós-créditos?
Não. O filme termina logo após a resolução do conflito no Refúgio das Fadas, sem cena extra no final dos créditos.
Preciso ter visto os outros filmes da franquia para entender?
Não. O longa funciona como história independente, mas conhecer os talentos de cada fada torna as piadas de troca muito mais legais.
É o último filme da Tinker Bell?
Foi o último longa original da franquia principal. Depois dele, a Disney lançou os spin-offs focado em Fergie e Duende, encerrando a saga da Tink em 2015.
Pra quem é este filme:
- Fãs da franquia Tinker Bell que acompanharam todos os longas anteriores e querem ver Tink numa aventura diferente, com vilões que assustam um pouquinho mais.
- Quem curte animações de fantasia marítima com navios, piratas e tesouros, no clima leve de Peter Pan visto pelo lado das fadas.
- Pais de crianças pequenas procurando um longa de 70 minutos, classificação livre e com mensagens sobre trabalho em equipe e aceitação das diferenças.
Título original: The Pirate Fairy
País de origem: EUA
Data do lançamento: 07/03/2014
Diretor: Peggy Holmes
Principais atores: