Veja o trailer do filme Show Bar

Show Bar

Show Bar

Sobre o que é Show Bar

Violet Sanford (Piper Perabo) chega a Nova York aos 21 anos com uma mala de composições e a cabeça cheia de ambição.

O plano era simples: entrar para a indústria da música e emplacar suas próprias canções. O que ela não esperava era trocar o sonho de compositora pelo balcão de um dos bares mais barulhentos de Manhattan.

O Coyote Ugly é um show bar onde as garçonetes não só servem drinques: elas dançam em cima do balcão, provocam a clientela e transformam cada noite em um pequeno show. Violet entra meio sem querer e descobre ali um universo bem diferente do que tinha imaginado.

Entre um gole e outro, ela conhece o australiano Kevin O'Donnell (Adam Garcia), músico que mexe com suas composições e com seus sentimentos ao mesmo tempo.

O longa mistura comédia dramática e romance com cara de comercial de energético da virada do milênio.

Quando estreou e por que ainda é lembrado

Show Bar chegou aos cinemas em 22 de setembro de 2000, bem no fim do estouro da cultura pop Y2K. O roteiro é baseado nas memórias de Elizabeth Gilbert, que trabalhou em um bar temático real com o mesmo nome.

Não levou Oscars nem passou por Cannes, mas estourou em bilheteria e virou um daqueles fenômenos de sessão da tarde que ninguém pediu e todo mundo acabou assistindo.

A trilha sonora foi um capítulo à parte: Can't Fight the Moonlight, de LeAnn Rimes, virou hit mundial e hoje é praticamente um marcador automático de flashback dos anos 2000. O filme também ajudou a lançar a modelo Tyra Banks como atriz.

Quase 25 anos depois, segue vivo no streaming, em listas de guilty pleasure e em memes que resgatam as cenas das danças no balcão.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a energia do elenco feminino. Piper Perabo tem carisma de protagonista de poster, Maria Bello rouba a cena como Lil, e Izabella Miko e a própria Tyra Banks dão um charme pop que o filme precisava.

Ponto alto: a direção de David McNally aposta em montagem acelerada, cores neon e câmera na mão, o que dá ritmo mesmo quando o roteiro empaca.

Ponto fraco: o terceiro ato abandona qualquer pretensão de profundidade e resolve o arco de Violet com reviravolta melosa que não convence.

Ponto fraco: a protagonista passa boa parte do filme sendo empurrada pelos eventos, sem tomar decisões de verdade.

É entretenimento honesto, sem vergonha de ser o que é.

Curiosidades de bastidor

  • O longa foi o primeiro papel de destaque de Tyra Banks nas telas, antes dela voltar a se dedicar aos palcos da moda.
  • A produtora Melanie Lynskey aparece em um dos primeiros papéis do filme, no meio de uma cena no bar.
  • Can't Fight the Moonlight quase ficou de fora do corte final: executivos acharam a música fraca, mas LeAnn Rimes e o diretor David McNally bateram o pé para mantê-la.

Perguntas frequentes

Show Bar tem cena pós-créditos?

Não. O longa fecha com a cena final tradicional e os créditos começam em seguida, sem nenhum extra escondido no final.

Show Bar é baseado em uma história real?

Sim. O roteiro é inspirado nas memórias da escritora Elizabeth Gilbert, que trabalhou no bar Coyote Ugly original, em Nova York, no início da década de 1990.

Qual a classificação indicativa do filme?

No Brasil, Show Bar recebeu classificação de 14 anos por conter cenas de consumo de álcool, insinuação sexual e linguagem imprópria em alguns momentos.

Pra quem é este filme: