Veja o trailer do filme Revivendo o Natal
Premissa
Kate (Amy Smart) é uma jovem que não se contenta com a vida amorosa atual. Na véspera de Natal, ela protagoniza uma sequência de decisões ruins: estraga um encontro às cegas com o charmoso Miles (Mark-Paul Gosselaar) e ainda tenta reconquistar o ex, dando com os burros n'água nas duas frentes.
O problema é que, logo na manhã seguinte, ela acorda e percebe que o dia se reiniciou. De novo. E de novo. 12 Dates of Christmas parte de uma premissa conhecida de quem já viu Efeito Borboleta (2004), mas troca o suspense por clima natalino e fofo.
O longa se assume como comédia romântica feita sob medida para a TV a cabo americana, com produção da Lifetime. Funciona como um conforto audiovisual previsível, daqueles que você coloca para rodar enquanto prepara a ceia.
Estreia e legado
Revivendo o Natal foi lançado diretamente em TV nos Estados Unidos em 25 de novembro de 2011, chegando ao Brasil em 31 de dezembro daquele ano, bem a tempo das festas de fim de ano. Nunca passou nos cinemas tradicionais: é um filme de catálogo Hallmark/Lifetime, com distribuição discreta.
Não disputou premiações importantes, nem era essa a proposta. Ao longo dos anos, virou figurinha carimbada na lista de filmes de Natal exibidos pela TV aberta e em plataformas de streaming durante dezembro.
Hoje é lembrado como entretenimento pontual de fim de ano, sem cult status, mas com um público fiel que revisita o longa todo dezembro atrás daquela sensação de looping romântico-congelante.
Vale o ingresso?
Ponto alto: Amy Smart entrega a carisma necessário para sustentar a repetição. O elenco de apoio, com Benjamin Ayres e Richard Fitzpatrick, garante boas participações cômicas.
Ponto fraco: o roteiro não reinventa nada. Quem conhece Efeito Borboleta ou Poder Além da Vida vai sentir déjà-vu constante.
A direção de James Hayman é competente, mas funcional demais para tirar o filme do lugar-comum.
Curiosidades
- O título original, 12 Dates of Christmas, é uma referência ao fato de Kate viver doze variações do mesmo dia de Natal.
- A produção foi filmada no Canadá, apesar da história se passar nos Estados Unidos, técnica comum em produções de baixo orçamento da Lifetime.
- O filme é um dos vários títulos do diretor James Hayman feitos para TV, incluindo episódios de séries médicas e dramas familiares.
Perguntas frequentes
Revivendo o Natal é a mesma coisa que Feitiço do Tempo?
Não. A premissa do loop temporal é parecida, mas aqui a abordagem é puramente romântica e familiar, sem o humor ácido de Bill Murray nem a reflexão existencial mais densa.
Revivendo o Natal tem cena pós-créditos?
Não. O filme termina de forma convencional, sem teaser ou gag extra depois dos créditos finais.
Revivendo o Natal é indicado para a família toda?
Sim. A classificação é livre e a trama não apresenta conteúdo sensível, sendo opção segura para sessões de família nas festas de fim de ano.
Pra quem é este filme:
- Fãs de filmes de Natal da Lifetime e Hallmark que colecionam VHS/DVDs natalinos desde os anos 2000.
- Quem curte comédias românticas de loop temporal no estilo Feitiço do Tempo, mas com pegada mais leve e familiar.
- Leitores de romances de banca e ouvintes de playlists de Christmas pop que buscam um filme para assistir enquanto montam a árvore.
Título original: 12 Dates of Christmas
País de origem: EUA
Data do lançamento: 31/12/2011
Diretor: James Hayman
Principais atores: