Veja o trailer do filme RAVING IRAN
RAVING IRAN
O que é Raving Iran
Raving Iran acompanha os DJs Anoosh e Arash em Teerã, mostrando como eles tentam emplacar uma carreira na música eletrônica sob um regime que criminaliza grande parte da vida cultural noturna.
O documentário dirigido por Susanne Regina Meures vai além do bastidor musical: registra o grupo de dança que eles montam, o medo constante da polícia e a decisão de organizar uma rave ilegal no deserto.
O resultado é um documentário que mistura retrato humano e tensão política real, quase como um thriller de não-ficção.
Estreia e legado
Raving Iran foi produzido na Suíça e estreou em festivais internacionais em 2016, chegando aos cinemas brasileiros em 2017.
O filme circulou por mostras de cinema independente e ganhou atenção por mostrar um lado pouco visto do Irã: a juventude urbana conectada à cena eletrônica global.
Desde então, é lembrado como um dos registros mais honestos sobre a relação entre arte, repressão e festa na Tehran dos anos 2010, e segue citado em listas sobre documentários de música.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a proximidade com Anoosh e Arash, que transforma dois DJs em personagens complexos, atravessados por medo, criatividade e coragem.
Ponto alto: a direção de Susanne Regina Meures capta cenas raríssimas, inclusive a preparação da rave no deserto, com tensão crescente.
Ponto fraco: o ritmo perde fôlego em alguns momentos do meio do filme, quando a rotina dos personagens se repete sem grande aprofundamento.
Ponto fraco: falta um pouco de contexto histórico para quem não está familiarizado com as regras sociais e políticas do Irã contemporâneo.
Curiosidades
- As filmagens foram feitas de forma clandestina, com a equipe precisando negociar acesso em ambientes sob vigilância.
- A cena da rave no deserto é uma das raras registradas de um evento ilegal dessa magnitude no Irã.
- O filme estreou internacionalmente antes de chegar ao Brasil, rodando mostras europeias de documentários sobre música e política.
Perguntas frequentes
Raving Iran é documentário ou ficção?
É um documentário suíço de 2016, dirigido por Susanne Regina Meures, que acompanha personagens reais em situações reais, sem encenação.
Raving Iran vale a pena?
Vale, especialmente para quem curte documentários sobre música, contracultura e política. É um filme tenso, humano e com reviravoltas surpreendentes.
Raving Iran tem cena pós-créditos?
Não há cena pós-créditos. O encerramento é seco e direto, coerente com o tom verité do documentário.
Pra quem é este filme:
- Fãs de documentários sobre música eletrônica e cena underground que querem entender como a cultura rave sobrevive em países com censura.
- Pessoas interessadas em política internacional, sociedade iraniana e movimentos de contracultura no Oriente Médio.
- Quem curte o estilo verité, câmera próxima e histórias reais com reviravoltas que mudam a vida dos protagonistas.
Título original: Raving Iran
País de origem: SUÍÇA
Data do lançamento: 16/03/2017
Diretor: Susanne Regina Meures