Veja o trailer do filme Paraísos Artificiais

Paraísos Artificiais

Paraísos Artificiais

16 Drama Duração: 1h 36min

Do que se trata Paraísos Artificiais

Paraísos Artificiais é um drama brasileiro que mistura romance, cultura rave e viagem europeia. A história gira em torno de Nando e Érika, jovens que se cruzam em Amsterdã.

A narrativa é dividida em três atos que se completam: a viagem de Nando à Holanda com o amigo Patrick, o flashback de uma rave no litoral brasileiro e o reencontro dos protagonistas no Rio de Janeiro, onde Nando ainda lida com problemas familiares.

O resultado é um filme atmosférico, embalado por música eletrônica e marcado por uma estética jovem dos anos 2000.

Quando estreou e o que aconteceu depois

Paraísos Artificiais chegou aos cinemas brasileiros em 4 de maio de 2012, com distribuição da Nossa Distribuidora. Foi o segundo longa de ficção do diretor Marcos Prado, que já tinha se firmado como diretor de fotografia de obras como Tropa de Elite e Tropa de Elite 2.

O filme circulou por festivais e chamou atenção pela ousadia estética e pela trilha sonora eletrônica, que funcionava quase como um terceiro personagem.

Hoje, é lembrado como um retrato fiel da juventude rave brasileira do início dos anos 2000, com direito a festas no MAM, viagens a Amsterdã e conflitos familiares que fugiam do lugar-comum.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a fotografia que alterna entre Amsterdã, o Rio e o litoral brasileiro cria uma imersão rara. A trilha sonora eletrônica e a direção de Marcos Prado transformam o filme em quase uma experiência sensorial.

Ponto alto: Nathália Dill entrega uma DJ internacional com carisma e segurança, fugindo do lugar-comum das mocinhas do cinema nacional.

Ponto fraco: o ritmo é irregular. Alguns atos, principalmente o flashback da rave, se alongam demais e podem perder quem busca narrativa mais objetiva.

Ponto fraco: personagens secundários importantes, como o irmão Lipe, ficam subexplorados. Os conflitos familiares do terceiro ato pediam mais tempo de tela.

Curiosidades dos bastidores

  • O diretor Marcos Prado foi diretor de fotografia de Tropa de Elite 2 antes de dirigir este longa, o que explica a câmera ousada e o olhar de rua.
  • Muitas cenas de festa foram inspiradas em raves reais que aconteceram no MAM do Rio de Janeiro, reduto da cena eletrônica nos anos 2000.
  • A trilha sonora teve curadoria cuidadosa, com DJs e produtores da cena eletrônica brasileira da época, funcionando quase como um personagem à parte.

Perguntas frequentes

Paraísos Artificiais é baseado em fatos reais?

Não. A história é ficcional, embora se inspire fortemente na cultura rave brasileira e europeia do início dos anos 2000.

Paraísos Artificiais tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina com a resolução do terceiro ato e não apresenta cenas extras após os créditos.

Quem é o diretor de Paraísos Artificiais?

O filme foi dirigido por Marcos Prado, diretor de fotografia conhecido pelo trabalho em Tropa de Elite e O Homem do Futuro.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de dramas sensoriais com estética viajante e trilha eletrônica marcante.
  • Quem viveu ou tem curiosidade pela cultura rave brasileira dos anos 2000 e suas festas icônicas.
  • Interessados em cinebiografias e retratos da juventude urbana do Rio de Janeiro no início do século XXI.

Título original: Paraísos Artificiais

País de origem: Brasil

Data do lançamento: 04/05/2012

Distribuidora: Nossa Distribuidora

Diretor: Marcos Prado

Principais atores: