Veja o trailer do filme Os Smurfs e a Vila Perdida

Os Smurfs e a Vila Perdida

Os Smurfs e a Vila Perdida

Livre Animação Comédia Duração: 1h 30min

O que é Os Smurfs e a Vila Perdida

Os Smurfs e a Vila Perdida é uma animação totalmente computadorizada da Sony Pictures que marca uma virada na franquia: depois dos dois longas com live-action, os personagens azuis voltaram ao formato 100% animado, emulando o estilo visual de games mobile.

No centro da história está Smurfette, que encontra um mapa enigmático e decide liderar Gênio, Desastrado e Robusto em uma expedição pela Floresta Proibida.

Eles precisam chegar antes de Gargamel a uma vila smurf nunca antes descoberta, cuja existência pode mudar tudo o que se sabe sobre a origem dos Smurfs.

O tom mistura comédia física, aventura de exploração e mensagem sobre identidade, embalado em 90 minutos de ritmo ágil, indicado para o público pré-escolar.

Estreia e legado

Chegou aos cinemas brasileiros em 6 de abril de 2017, apostando na dublagem local com nomes fortes do entretenimento infantil, como Ivete Sangalo e Maisa Silva, como estratégia de marketing.

Foi a última direção de Kelly Asbury, o diretor de Shrek 2 e Gnomeu e Julieta, falecido em junho daquele mesmo ano, o que dá ao filme um peso de despedida silenciosa na carreira dele.

Apesar do orçamento estimado em US$ 60 milhões, a bilheteria mundial ficou abaixo das expectativas, o que esfriou qualquer chance de continuação direta.

Hoje o longa é lembrado como o ponto final animado de uma franquia que tentou se reinventar sem o impulso da live-action e dos filmes com Kelly Asbury no comando criativo.

Vale o ingresso?

Ponto alto: o visual computadorizado é o grande trunfo. A Floresta Proibida parece um cenário de jogo de celular caprichado, com direito a criaturas brilhantes, vegetação em camadas e explosões de cor a cada quadro.

As cenas de perseguição entre Gargamel e os Smurfs têm montagem rápida o bastante para manter crianças pequenas grudadas na tela, mesmo nas sessões mais curtas.

Ponto fraco: o roteiro aposta no mais simples possível. Piadas batem em tecla repetida (Desastrado tropeça, Gênio inventa engenhoca, Gargamel cospe) e o arco de Smurfette não ganha a profundidade emocional que o material original permitiria.

Crianças acima de 9 ou 10 anos tendem a achar raso demais, o que limita o apelo como sessão em família.

  • É o primeiro longa dos Smurfs produzido inteiramente em animação computadorizada, sem inserção de personagens em live-action.
  • Kelly Asbury, o diretor, faleceu meses após o lançamento, em junho de 2017, fazendo deste seu último trabalho finalizado.
  • A dublagem brasileira apostou em estrelas da TV e da música, fugindo do casting tradicional de dublagem para emplacar nas redes sociais infantis.

Os Smurfs e a Vila Perdida vale a pena para crianças pequenas?

Sim. A classificação é livre e o ritmo foi pensado para prender a atenção de pré-escolares, com humor visual e pouca exigência de leitura de subtexto.

Os Smurfs e a Vila Perdida tem cena pós-créditos?

Não. A história termina antes dos créditos finais e não há sequência extra após a tela escura.

Quem dubla os Smurfs no Brasil?

A versão brasileira conta com vozes de Ivete Sangalo, Maisa Silva e Giovanna Chaves e Rodrigo Lombardi, entre outros.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de animações infantis coloridas e de ritmo rápido, no estilo Masha e o Urso.
  • Quem curte adaptações de quadrinhos e desenhos clássicos repaginados em CGI, semelhante a Gnomeu e Julieta.
  • Pais procurando uma sessão segura de fim de semana para crianças pequenas, no estilo de BugiGangue no espaço.

Título original: Smurfs: The lost village

País de origem: Estados Unidos

Data do lançamento: 06/04/2017

Distribuidora: Sony Pictures

Diretor: Kelly Asbury

Principais atores: