Veja o trailer do filme O Mar Não Está prá Peixe

O Mar Não Está prá Peixe

O Mar Não Está prá Peixe

Animação Duração: 1h 17min

Do fundo do mar para a telona

Pê é um peixinho simpático e órfão que acaba de chegar a um recife de coral cheio de cores e personagens.

Ele só quer encontrar a tia Pérola, mas logo faz amizade com os moradores locais e se apaixona perdidamente por Cordélia, uma peixinha rosa que rouba a atenção de todo mundo.

O problema é que Troy, um tubarão arrogante e ciumento, também está de olho em Cordélia. Para proteger a moça e o recife, Pê precisa encarar o predador de uma vez por todas.

Dirigida por Howard E. Baker e John Foxx, a produção mistura comédia leve, romance juvenil e aquela rivalidade clássica do tipo “pequeno contra grande”.

É o tipo de animação que aposta no visual subaquático caprichado para conquistar o público mirim, com direito a corais, cardumes e vilão de dentes afiados.

Linha do tempo e legado

“O Mar Não Está prá Peixe” (título original Shark Bait) chegou aos cinemas brasileiros em 19 de janeiro de 2007, distribuídos pela Playarte Pictures.

O longa foi lançado em diversos países com nomes diferentes, como Happily N'Ever After foi trocar de marca para não confundir o público, já que aqui o foco era a aventura marinha.

Apesar de não ter emplacado nas premiações internacionais, o filme encontrou um público fiel em sessões infantis e no circuito doméstico de DVD, onde viveu seu auge.

Hoje ele é lembrado por quem cresceu vendo reprises na TV aberta e pelos pais que procuravam uma sessão curta, de 77 minutos, para distrair a criançada em casa.

Vale o ingresso?

Ponto alto: o design de produção capricha nos cenários subaquáticos, com recifes de cores vibrantes, peixes de traços simpáticos e uma direção de arte que segura bem a pouca duração.

O humor físico e o triângulo amoroso Pê x Cordélia x Troy funcionam como motor da história e rendem algumas piadas visuais que fazem a molecada rir.

Ponto fraco: o roteiro é bem previsível, com mensagens ecológicas e de superação ditas de forma bastante mastigada.

Os vilões parecem saídos de um manual genérico de animação de baixo orçamento, e a dublagem brasileira varia entre aceitável e irregular.

Curiosidades

  • O filme foi pensado inicialmente como “Pi’s Reef”, mas o título internacional acabou ficando Shark Bait, trocadilho com “shark bait” (isca de tubarão).
  • A versão americana chegou a ser renomeada como Happily N'Ever After: Shark Bait em algumas home videos, para reaproveitar a marca da saga de fadas.
  • A produção usou referências visuais de recifes do Caribe e da Austrália para colorir a direção de arte do fundo do mar.

Perguntas frequentes

“O Mar Não Está prá Peixe” é o mesmo que “Shark Bait”?

Sim. “Shark Bait” é o título original em inglês, lançado em 2006 nos Estados Unidos e no ano seguinte no Brasil pela Playarte.

Qual é a duração do filme?

São 77 minutos, bem abaixo da média das animações lançadas nos cinemas, o que ajuda a manter a atenção da criançada.

O filme tem cena pós-créditos?

Não há cena pós-créditos significativa. Os créditos finais rolam normalmente sem teaser escondido depois.

É uma animação para crianças pequenas?

Sim, é voltada principalmente para o público infantil, com temática leve, sem grandes sustos e mensagens ecológicas simples.

Pra quem é este filme:

  • Crianças entre 4 e 9 anos que curtem animações subaquáticas estilo “Procurando Nemo”.
  • Pais buscando sessão curta e leve de fim de semana, com temática marinha e mensagem ecológica básica.
  • Fãs de animações de catálogo antigo, como Lego: As Aventuras de Clutch Powers e Unstable Fables: 3 Pigs & A Baby, que colecionam títulos B da animação familiar.

Título original: Shark Bait

País de origem: EUA

Data do lançamento: 19/01/2007

Distribuidora: PLAYARTE PICTURES

Diretor: Howard E. Baker, John Foxx