Veja o trailer do filme O Hobbit: A Desolação de Smaug

O Hobbit: A Desolação de Smaug

O Hobbit: A Desolação de Smaug

12 Fantasia Aventura Duração: 2h 41min

Sobre o que é O Hobbit: A Desolação de Smaug

Bilbo, Gandalf e treze anões estão mais perto da Montanha Solitária — e da ruína que o dragão Smaug espalhou sobre Erebor. É essa a premissa prática do segundo filme da trilogia comandada por Peter Jackson.

O grupo atravessa território hostil: passa pela casa de Beorn, sobrevive às aranhas de Mirkwood e cai numa enrascada com os elfos de Thranduil liderados por Legolas e Tauriel. De Esgaroth até a Montanha, cada parada é uma desculpa para escalar o tom épico do gênero aventura.

O ponto-chave aqui é a promessa do confronto com Smaug. A tensão entre o ouro acumulado e a criatura que o protege dá a este capítulo o seu peso dramático. Para o público que acompanha Tolkien desde A Sociedade do Anel, é um reencontro com a fantasia no seu modo mais grandioso.

Quando estreou e o que ele deixou para a saga

O Hobbit: A Desolação de Smaug chegou aos cinemas em 13 de dezembro de 2013, distribuído pela Warner Bros. Estreou embalado pelo sucesso de Uma Jornada Inesperada e pela expectativa em torno da recriação do dragão Smaug, que virou símbolo da trilogia.

A produção repetiu a fórmula técnica vista em O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel: cenários da Nova Zelândia, captura de performance e orquestra de Howard Shore. Foi indicado a três Oscar — Melhor Edição de Som, Melhor Mixagem de Som e Melhores Efeitos Visuais — reforçando a força de uma franquia que domina o blockbuster épico desde 2001.

Hoje, o filme é lembrado como o capítulo que finalmente entrega o vilão que todo mundo queria ver, mesmo que a trilogia tenha sido alvo de críticas por alongar um único livro em três longas jornadas.

Vale o ingresso?

O ponto alto é Smaug. A sequência dentro da Montanha Solitária, com Benedict Cumberbatch dando voz e captura de movimento ao dragão, rouba a cena em cada frame. A construção visual do personagem, a escala do tesouro e o jogo psicológico entre Smaug e Bilbo são cinema blockbuster no seu melhor estado.

O ponto fraco é o ritmo inflado. O filme estica a narrativa do livro de Tolkien para encaixar três longas, e algumas transições de CGI envelheceram mal em comparação com os capítulos de O Senhor dos Anéis. Quem chega de frescos vai notar a diferença de cadência.

  • Benedict Cumberbatch fez a captura de movimento e a voz de Smaug, repetindo a parceria com Peter Jackson vista na trilogia de Sherlock Holmes da BBC.
  • A sequência do rio em barris, filmada em locações da Nova Zelândia, levou meses de ensaio de parkour com os atores e dublês.
  • O filme encerra no clímax do segundo ato do livro, deixando a resolução do conflito com Smaug para o terceiro longa.

O Hobbit: A Desolação de Smaug tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina abruptamente após o encontro entre Bilbo e Smaug na Montanha Solitária, sem nenhuma cena adicional depois dos créditos.

Qual é a duração de O Hobbit: A Desolação de Smaug?

São 161 minutos, cerca de 2h41, no formato estendido de pouco mais de 3h. É o capítulo mais longo da trilogia de O Hobbit.

Preciso assistir o primeiro filme antes de A Desolação de Smaug?

Sim. A história começa exatamente de onde Uma Jornada Inesperada parou, e o arco do anel, a origem do grupo e a motivação de Thorin ficam confusas sem o primeiro longa.

Pra quem é este filme:

  • Fãs da obra de J.R.R. Tolkien que já leram O Hobbit e querem conferir a adaptação que expande a Terra-média.
  • Amigos de maratona de fantasia épica que pretendem comparar este capítulo com O Senhor dos Anéis – As Duas Torres.
  • Quem curte blockbusters com criaturas digitais em escala monumental, do tipo que aparece em franquias como Pantera Negra.