Veja o trailer do filme O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final

O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final

O Exterminador do Futuro 2 - O Julgamento Final

Qual é a premissa de O Exterminador do Futuro 2?

John Connor (Edward Furlong) tem dez anos, vive com pais adotivos e mal sabe que está destinado a liderar a humanidade contra as máquinas. O primeiro Arnold Schwarzenegger veio em 1984 para tentar matar sua mãe; agora volta reprogramado, como protetor.

Só que dessa vez o inimigo é outro. O T-1000 (Robert Patrick) é um andróide de metal líquido capaz de assumir qualquer forma, copiar vozes e regenerar danos. Mais rápido, mais silencioso e quase impossível de destruir.

Para o garoto, o T-800 começa como um保安 assustador. Aos poucos vira a figura paterna que ele nunca teve, ensinando atirar, pilotar moto e até dizer “I’ll be back” com estilo.

Enquanto isso, Sarah Connor (Linda Hamilton) está trancada num manicômio criminal, acreditando sozinha no apocalipse que ninguém levou a sério. Quando escapa, percebe que a guerra começa ali, naquele 1995 fictício.

Como foi a estreia e o legado do filme

Chegou aos cinemas em 1º de agosto de 1991 nos EUA e no Brasil ainda naquele ano. Custou cerca de 102 milhões de dólares e faturou mais de 520 milhões pelo mundo, tornando-se o filme de maior bilheteria do ano.

Conquistou quatro Oscars técnicos em 1992: efeitos visuais, som, edição de som e maquiagem. O T-1000 criado pela Industrial Light & Magic redefiniu o que se entendia por computação gráfica no cinema.

Mais de três décadas depois, segue obrigatório em qualquer lista de ação e ficção científica. James Cameron provou aqui que blockbusters podem ter peso emocional — algo que ele repetiria em Titanic e Avatar.

Vale o ingresso? O ponto alto e o ponto fraco

Ponto alto: o T-1000. Robert Patrick entrega uma das presenças mais inquietantes dos anos 90, e a animação do metal líquido continua assustadora.

A relação entre John e o T-800 é o outro trunfo. Tem humor, peso dramático e a famosa cena do polegar para cima, que arrancou lágrimas de uma geração inteira.

Ponto fraco: o segundo ato tem cenas adolescentes de John (skate, festa, robar shopping) que envelheceram mal e quebram o ritmo. Quem busca adrenalina constante pode sentir a pausa.

Curiosidades dos bastidores

  • Arnold Schwarzenegger recebeu US$ 15 milhões pelo papel, recorde na época, e aceitou um corte nos lucros para garantir o orçamento dos efeitos visuais.
  • Edward Furlong foi escolhido depois de mais de 700 testes; Cameron o achou em um programa de extensão para adolescentes problemáticos em Pasadena.
  • O T-1000 exigiu um time de animadores trabalhando mais de 18 meses só para as sequências do metal líquido, criando técnicas usadas depois em Avatar e Jurassic Park.

Perguntas frequentes sobre O Exterminador do Futuro 2

O Exterminador do Futuro 2 tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina com a cena do ferro-velho, o envelhecimento do T-800 e a narração final. Não há nada depois dos créditos.

Preciso ter visto o primeiro filme para entender?

Não é obrigatório, mas ajuda. A ideia de viagem no tempo, a Skynet e a origem de Sarah Connor ficam mais ricas com o primeiro longa.

Por que o T-800 voltou como o bom da história?

No futuro, os humanos reprogramam a máquina. É a inversão genial que sustenta toda a trilogia original e explica a frase “aprendeu o valor da vida humana” dita pelo T-800.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de ficção científica oitentista e noventa que colecionam action figures, revistas Starlog e trilhas sonoras de Brad Fiedel.
  • Entusiastas de efeitos práticos e CGI pioneiro, que assistem making-ofs e documentários sobre a Industrial Light & Magic.
  • Apreciadores de blockbusters com peso emocional, que preferem Avatar 2 e Os Mercenários 3 a um filme de ação sem alma.