Veja o trailer do filme Nada a Perder

Nada a Perder

Premissa

Em Nada a Perder, Tim Robbins interpreta Nick Beam, um publicitário de Los Angeles que descobre que a esposa está tendo um caso com seu chefe. Em vez de confrontar a situação, ele sobe no carro e sai dirigindo feito louco pela estrada.

No meio do caminho, aparece Terrance Paul, ladrão amador vivido por Martin Lawrence, tentando assaltá-lo. Nick ignora a arma, o bandido entra no carro e a viagem segue sem freios até o Arizona.

O que começa como um sequestro-relâmpago vira uma aventura de estrada. Os dois desenvolvem uma amizade improvável, decidem voltar e meter a mão no cofre do chefe traidor. Dois ladrões de verdade aparecem para bagunçar o plano.

Linha do tempo e legado

O longa original chegou aos cinemas em 1997, no auge da carreira de Tim Robbins pós-Oscar de Um Sonho de Liberdade. A direção é de Steve Oedekerk, o mesmo roteirista de Todo Poderoso com Jim Carrey.

Recepção morna nas bilheterias e críticas divididas, mas virou cult entre fãs de buddy movies dos anos 90. A boa química entre Robbins e Lawrence sustenta o filme mesmo quando o roteiro tropeça.

Em 2018, o Brasil ganhou uma refilmagem nacional dirigida por Alexandre Avancini, com Petrônio Gontijo no papel principal. A versão brasileira estreou em 29 de março de 2018 pela Disney/Buena Vista, com público curioso para ver o mesmo argumento em chave tupiniquim.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a dupla Tim Robbins e Martin Lawrence. Robbins entrega o cara branco em espiral com timing cômico subestimado, e Lawrence rouba as cenas como o ladrão perdido. A amizade entre os dois é o motor real do filme.

Ponto fraco: o terceiro ato. Quando os ladrões rivais entram, a ação vira bagunça, as piadas perdem o ritmo e o desfecho soa preguiçoso. O roteiro de Oedekerk aposta em reviravoltas baratas que não convencem.

Curiosidades

  • Steve Oedekerk escreveu o roteiro em apenas dez dias, segundo entrevistas da época, e ainda improvisou várias piadas no set.
  • A cena em que Nick destrói o carro foi filmada com veículos reais, não réplicas, por decisão do diretor para capturar destruição de verdade.
  • O filme foi refilmado no Brasil em 2018 com Petrônio Gontijo no papel de Nick, em uma das maiores produções nacionais de ação da década.

Perguntas frequentes

Nada a Perder tem cena pós-créditos?

Não. A versão americana de 1997 encerra no clímax, sem cena extra. Já a refilmagem brasileira de 2018 também não traz nada pós-créditos significativo.

Quem dirige Nada a Perder?

O original de 1997 tem direção de Steve Oedekerk. A refilmagem brasileira de 2018 foi dirigida por Alexandre Avancini.

Qual é a história do filme?

Um publicitário traído sai dirigindo sem rumo, acaba carregando um ladrão no carro e os dois montam um plano para roubar o cofre do chefe traidor. Tudo isso cruzando desertos e fugindo de criminosos.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de buddy movies dos anos 90 tipo Top Gun e Jogo do Dinheiro, que curtem química de dupla no lugar de efeitos.
  • Quem acompanha a carreira de Tim Robbins e quer ver ele fora do drama sério, em comédia rasgada.
  • Curiosos sobre a refilmagem brasileira de 2018, dispostos a comparar as duas versões e discutir adaptações.