Veja o trailer do filme Mune, o Guardião da Lua

Mune, o Guardião da Lua

Mune, o Guardião da Lua

O que é Mune, o Guardião da Lua

Mune é um pequeno ser azul que vive em um mundo onde a luz do dia e a noite dependem de guardiões designados para tarefas impossíveis. Ele sonha com grandezas, mas ninguém o leva a sério.

Quando é escolhido como novo Guardião da Lua, o título mais desajeitado do reino, uma sucessão de erros faz o sol ser roubado. A partir daí, Mune precisa cruzar lugares hostis com aliados improváveis.

O longa é uma animação francesa que aposta em mitologia própria e criaturas inventadas, em vez de princesas e vilões reciclados. Para quem curte fantasia com sabor europeu, o visual já vale o clique no play.

Quando estreou e por que ainda aparece em listas

Mune, o Guardião da Lua foi lançado originalmente na França em 2014, com distribuição mundial chegando ao Brasil em 2015 em versão dublada.

Produzido pelo estúdio ON Animation Studios, o filme entrou na disputa do Oscar de Melhor Animação daquele ano, na lista de pré-selecionados, o que colocou a animação no radar de quem acompanha o circuito de premiações.

Hoje, é lembrado como uma das apostas europeias de fantasia animada que tentou rivalizar com o monopólio norte-americano. Acabou ganhando uma sequência direta em vídeo, Mune: Guardian of the Moon virou referência para quem procura algo diferente do cardápio habitual de animações infantis.

Vale o ingresso?

Ponto alto: o design de mundo. As paisagens parecem pintadas à mão, com criaturas que misturam insetos, pedras e luz. A direção de arte lembra obras europeias como Princesas e Dragões, com foco em textura em vez de polish digital.

Outro mérito é o ritmo: 81 minutos, enxuto, sem subtramas infladas. Para sessões com crianças pequenas, isso é uma vantagem real.

Ponto fraco: o roteiro é linear demais. As lições sobre coragem e aceitar limites chegam com diálogos que qualquer adulto já ouviu dezenas de vezes. O vilão também é raso, mais uma vez do que em animações europeias do mesmo porte.

Quem busca complexidade emocional como em Wolfwalkers pode sair frustrado. Já quem quer uma aventura visual e leve, cumpre o que promete.

Curiosidades de bastidores

  • O longa foi pré-selecionado para o Oscar de Melhor Animação de 2015, competindo com gigantes como Operação Big Hero
  • A equipe criou mais de 300 designs diferentes de criaturas antes de fechar o visual definitivo de Mune
  • Foi o primeiro grande projeto do ON Animation Studios, mesmo estúdio por trás de Playmobil: O Filme

Perguntas frequentes sobre Mune, o Guardião da Lua

Mune, o Guardião da Lua é baseado em algum livro? Não. A história é original, criada pelo roteirista Benoît Philippon junto com os diretores Alexandre Heboyan e Jérôme Mouscadet.

O filme tem cena pós-créditos? Não. Os créditos finais rolam direto após a resolução da história, sem cenas extras no final.

Qual é a classificação indicativa no Brasil? O longa recebeu classificação livre, sendo indicado para todas as idades, com recomendação de acompanhamento de responsáveis para menores de 10 anos por conter algumas cenas de tensão leve.

Mune, o Guardião da Lua tem continuação? Sim. Mune na Terra dos Deuses, lançado em 2017, dá sequência à jornada do guardião e está disponível em algumas plataformas de streaming.

Pra quem é este filme:

  • Crianças entre 5 e 10 anos que amam mitologias inventadas e criaturas fantásticas
  • Fãs de animação europeia que buscam alternativas fora do circuito Pixar e DreamWorks
  • Pais procurando um filme curto, colorido e sem piadas forçadas para sessão em família

Título original: Mune, le gardien de la lune

País de origem: França