Veja o trailer do filme Morte Instantânea

Morte Instantânea

Morte Instantânea

Terror Duração: 1h 28min

O que é Morte Instantânea?

Morte Instantânea é um terror adolescente que mistura a premissa clássica de objeto amaldiçoado com estética slasher dos anos 2010. A premissa é simples e direta: uma câmera Polaroid antiga mata qualquer pessoa que sai em uma foto tirada por ela.

Dirigido por Lars Klevberg, o longa acompanha Bird Fitcher, uma estudante retraída interpretada por Madelaine Petsch. Após ganhar a câmera de um colega, ela descobre que cada clique registra uma sentença de morte.

O filme roda em 88 minutos, sem gordura narrativa. É o tipo de produção pensada para maratona de gênero, com direito a fantasma de design marcante e mortes com algum gore.

Quando estreou e por que ainda é lembrado?

Morte Instantânea chegou aos cinemas brasileiros em 4 de janeiro de 2018, em uma janela de estreia que aproveita o público escolar de férias. A distribuição ficou por conta da Diamond Films.

Foi um lançamento discreto, mas rendeu frutos indiretos: serviu de vitrine para Madelaine Petsch, que estouraria meses depois em Riverdale, e revelou o norueguês Lars Klevberg, que logo emplacaria o remake de Brinquedo Assassino.

Hoje é lembrado como um exemplar menor, mas funcional, da leva de terror teen dos anos 2010. Não ganhou prêmios nem gerou sequência, mas circula com frequência em listas de terror de sessão da tarde e streamings de catálogo.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a entidade que persegue as vítimas. Interpretada por Javier Botet, especialista em criaturas de corpo longo e rosto distorcido, o fantasma da câmera tem presença visual que sustenta o filme mesmo nos momentos de roteiro fraco.

Ponto alto: o ritmo. Klevberg não enrola. Em 88 minutos, a premissa é apresentada, investigada e resolvida sem longas pausas expositivas.

Ponto fraco: as mortes em si são genéricas. Esperava-se mais criatividade no modo como a câmera executa suas vítimas, mas o longa repete sustos e choque mecânico.

Ponto fraco: o terceiro ato entrega uma resolução convencional, com reviravolta já vista em outros filmes de terror de objeto amaldiçoado.

Curiosidades dos bastidores

  • O longa é baseado no curta-metragem norueguês de mesmo nome que Lars Klevberg dirigiu em 2012, e que viralizou online.
  • Javier Botet precisou passar horas em cadeira de maquiagem e usar um traje sob medida para alongar a silhueta do fantasma.
  • Foi um dos primeiros grandes papéis cinematográficos de Madelaine Petsch antes de virar Cheryl Blossom em Riverdale, no mesmo ano de 2018.

Perguntas frequentes

Morte Instantânea é baseado em fatos reais?

Não. O filme é uma expansão do curta norueguês Polaroid de 2012, escrito e dirigido pelo próprio Lars Klevberg. A premissa da câmera assassina é totalmente fictícia.

Morte Instantânea tem cena pós-créditos?

Não. O longa termina com a resolução principal e não apresenta cena extra após os créditos finais.

Morte Instantânea é assustador mesmo?

É um terror leve, com classificação indicativa adolescente. Os sustos vêm mais do design da criatura do que de gore pesado, funcionando bem para quem tem pouca tolerância a terror explícito.

Morte Instantânea vale a pena assistir?

Vale para sessões casuais e fãs do subgênero de objeto amaldiçoado. Quem já viu muitos slashers sobrenaturais vai encontrar pouca coisa nova, mas a criatura de Botet e o ritmo curto compensam uma espiada.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de terror adolescente estilo slasher sobrenatural, especialmente quem curtiu Anabelle, Shutter e similares.
  • Quem acompanha Madelaine Petsch em Riverdale e quer ver outro papel dela.
  • Entusiastas de criaturas físicas, que valorizam efeitos práticos e maquiagem sobre CGI barato.

Título original: Polaroid

País de origem: EUA, Noruega

Data do lançamento: 04/01/2018

Distribuidora: Diamond Films

Diretor: Lars Klevberg

Principais atores: