Veja o trailer do filme Inspetor Bugiganga

Inspetor Bugiganga

Inspetor Bugiganga

A premissa

Em Inspetor Bugiganga, o segurança John Brown (Matthew Broderick) tenta impedir uma operação criminosa e acaba destroçado por uma bomba plantada pelo vilão Dr. Claw (Rupert Everett).

Quase morto, ele é salvo pela jovem cientista Dra. Brenda (Joely Fisher), que vê no corpo destruído a cobaia perfeita para seu projeto de ciborgue.

John volta à ativa como o policial-mecânico mais atrapalhado da cidade, equipado com直升机内置发射器, skate motorizado, chapéu-câmera e um computador interno que fala com ele em crises existenciais.

A direção é de David Kellogg, com produção da Disney e tom de aventura familiar oitentista atualizado para os anos 90.

Estreia e legado

Inspetor Bugiganga chegou aos cinemas brasileiros em 1999, duas décadas depois do desenho original que a DIC Entertainment estreou em 1983.

Foi um sucesso razoável de bilheteria, mas recebeu críticas duras: o Rotten Tomatoes marcou apenas 21% de aprovação e o público tratou o filme como um produto datado de uma era pré-efeitos digitais amadurecidos.

Mesmo assim, o longa ajudou a manter a marca viva até a live-action com Jared Harris em 2023 na Netflix, que tentou redimir a imagem da franquia.

Hoje, Inspetor Bugiganga (1999) virou um clássico de sessão da tarde e de nostalgia para quem cresceu vendo o desenho no SBT.

Vale o ingresso?

Ponto alto: Matthew Broderick entrega um timing cômico eficiente e claramente se diverte no papel. As cenas em que o personagem descobre cada gadget pela primeira vez funcionam como pequenas comédias físicas curtas e bem ritmadas.

A relação com a pequena Penny (Michelle Trachtenberg) é o coração emocional do filme e dá ao público mirim uma figura com quem se identificar.

Ponto fraco: o roteiro aposta quase tudo em humor de objeto, e os efeitos visuais de 1999 já não convencem. As piadas com tecnologia ficaram rapidamente ultrapassadas.

Quem busca Curtindo a Vida Adoidado encontra aqui o mesmo Broderick carismático, mas em um pacote muito mais infantil e menos afiado.

  • O papel do Dr. Claw foi originalmente escrito para ser interpretado por Timothy Dalton, que recusou a produção às vésperas do início das filmagens.
  • Matthew Broderick chegou a gravar algumas cenas piloto como a voz do computador interno do Bugiganga, mas a ideia foi descartada em favor de uma voz pré-gravada.
  • Este foi o último grande papel de Dabney Coleman antes de se aposentar das telas de cinema, vivendo o chefe do programa de ciborgues.

Inspetor Bugiganga (1999) vale a pena assistir hoje?

Vale para sessões nostálgicas em família, especialmente com crianças pequenas. O humor é datado, mas Broderick mantém o filme de pé.

Inspetor Bugiganga tem cena pós-créditos?

Não. Os créditos finais rolam logo após o desfecho da batalha com Dr. Claw, sem teasers extras.

Qual a diferença entre o filme de 1999 e o de 2023 da Netflix?

O de 2023 é uma refilmagem mais adulta e tecnológica, com Jared Harris no papel principal. O de 1999 segue mais fielmente a premissa do desenho dos anos 80, com tom leve e infantojuvenil.

Pra quem é este filme:

  • Fãs do desenho animado original dos anos 80 e 90 que querem matar a curiosidade sobre a versão live-action.
  • Quem cresceu assistindo O Feitiço de Áquila e outras aventuras infantojuvenis com tom de fantasia tecnológica.
  • Espectadores de sessões da tarde e maratonas nostálgicas em família, com crianças entre 6 e 10 anos.