Veja o trailer do filme Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada
Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada
O que é Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada?
Quinto filme da franquia de dança mais popular dos anos 2000, Step Up: All In leva o público de volta ao universo de Ela Dança, Eu Danço 4 com Sean Asa e sua trupe.
Após o fechamento do Mob, o point de dança que sustentava o grupo em Los Angeles, os amigos se veem sem espaço. A solução aparece em Las Vegas, onde descobrem audições para o Vortex, um reality show que reúne os melhores dançarinos de rua do país.
Mais do que uma competição, o filme funciona como um grande palco para coreografias que misturam hip hop, popping, locking, krump e dança contemporânea, embaladas por uma trilha sonora que vai de música eletrônica a pop.
Quando estreou e por que ele existe
Lançado em 2014, o longa foi a tentativa da Lionsgate de revitalizar a franquia após o capítulo anterior, que mudou de elenco e teve recepção morna.
A ideia aqui era clara: juntar rostos conhecidos de filmes anteriores em um só projeto, apostando na nostalgia e no potencial viral das coreografias. Ryan Guzman e Adam G. Sevani retornam aos seus papéis, e o elenco também traz participações de Alyson Stoner e Mari Koda, caras do quarto filme.
Apesar de ter arrecadado cerca de 86 milhões de dólares no mundo, o longa não emplacou como um fenômeno cultural e a franquia só voltou com o spin-off Step Up: High Water, em formato de série.
Hoje, o filme é lembrado mais pelas danças do que pela história, e mantém um público fiel que revisita os números de Vortex e da final em Las Vegas.
Vale o ingresso?
Ponto alto: as coreografias finais e a mistura de estilos de dança urbana. A Trish Sie dirige com olho clínico para o movimento, e os números de Vortex, em especial a performance de grupo, são o tipo de cena que pede playrepeat.
Outro mérito é a trilha sonora pulsante, que conecta com quem cresceu ouvindo música eletrônica e hip hop dos anos 2010.
Ponto fraco: o roteiro é fraco e a subtrama romance bebe na fórmula mais batida do gênero. Os personagens têm pouco tempo de tela para desenvolver qualquer arco emocional, e os conflitos entre os dançarinos se resolvem com facilidade demais.
Para quem busca um drama denso, passa longe. O foco é 100% entretenimento visual, sem vergonha disso.
Curiosidades dos bastidores
- As coreografias do Vortex foram criadas por Jamal Sims, coreógrafo que já trabalhou com nomes como Jennifer Lopez e Tina Turner.
- Chadd Smith, um dos dançarinos de krump do elenco, virou sensação no YouTube anos antes do filme por vídeos que viralizaram mostrando o estilo de dança.
- O filme marca a estreia solo na direção de Trish Sie em longa-metragem, depois de ter dirigido clipes de OK Go e vídeos premiados.
Perguntas frequentes
Ela Dança, Eu Danço 5 é o último filme da franquia?
Não. Depois dele veio a série Step Up: High Water, lançada em 2018, que expandiu o universo com novos personagens e novos conflitos.
Tem cena pós-créditos em Ela Dança, Eu Danço 5: Tudo ou Nada?
Não. Diferente de vários longas atuais, o filme não tem cena pós-créditos relevante nem teaser de continuação.
Preciso ter assistido os filmes anteriores para entender o 5?
Ajuda. A trama conecta com o quarto filme e traz de volta personagens conhecidos, mas quem chega de fora consegue acompanhar a premissa básica da competição em Las Vegas.
Pra quem é este filme:
- Fãs de dança urbana e street dance, especialmente quem acompanha realities como World of Dance e America's Best Dance Crew.
- Quem acompanha a franquia Step Up desde os primeiros filmes e quer ver a reunião de personagens clássicos.
- Público que curte comédia musical com pegada jovem, tipo A Escolha Perfeita 3 e o primeiro Ela Dança, Eu Danço 3.