Veja o trailer do filme Doom - A Porta do Inferno

Doom - A Porta do Inferno

Doom - A Porta do Inferno

O que é Doom - A Porta do Inferno?

Doom - A Porta do Inferno é um filme de ação e terror com inspiração direta no videogame de tiro em primeira pessoa criado pela id Software nos anos 90.

A premissa é direta: um grupo de Marines de elite é enviado a uma estação de pesquisa em Marte depois que o contato com a tripulação é completamente cortado. Ao chegar, eles encontram um cenário de massacre e uma ameaça biológica que transforma pesquisadores em criaturas letais.

O longa mistura ficção científica militar com horror corporal, lembrando um Aliens destilado em pouca gravidade e com menos orçamento.

Estreia e legado

Doom chegou aos cinemas brasileiros em 17 de fevereiro de 2006, dois anos após o cancelamento do aguardado jogo Doom 3 e aproveitando o hype do game.

A produção arrecadou cerca de 28 milhões de dólares em todo o mundo, um resultado modesto que não gerou sequência. Na crítica, recebeu avaliações mistas, com destaque para a famosa sequência em primeira pessoa.

Hoje é lembrado como uma adaptação de videogame curiosa de sua era, datada, mas com momentos que viraram referência para os fãs do game original. Também marca o primeiro papel de destaque de Dwayne Johnson no cinema mainstream.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a sequência de quase três minutos filmada inteiramente em primeira pessoa, mostrando o ponto de vista do protagonista atravessando um corredor de Marte. Na época, foi um efeito raro que dialogava com a jogabilidade do game e virou referência para fãs.

O gore prático e a direção de arte das criaturas também funcionam bem, especialmente para quem curte horror biológico e clima claustrofóbico de estação espacial.

Ponto fraco: o roteiro é genérico, com diálogos fracos e personagens sem profundidade. Os Marines são quase todos intercambiáveis e a construção do terror é irregular, apostando mais em jumpscares do que em tensão de verdade.

É entretenimento descartável, mas honesto com quem busca sessão pipoca com criaturas em vez de drama existencial.

Curiosidades de bastidores

  • A sequência em primeira pessoa levou cerca de duas semanas para ser coreografada, com Karl Urban atuando em uma câmera vestida no peito e um rifle modificado.
  • O filme é considerado um dos primeiros grandes papéis de Dwayne Johnson no cinema mainstream, ainda no início da transição de wrestler para astro de ação.
  • Vários designs das criaturas foram descartados por serem considerados gráficos demais pelo estúdio, o que obrigou a equipe a criar versões mais contidas e práticas.

Perguntas frequentes

Doom - A Porta do Inferno tem cena pós-créditos?

Não. O filme termina logo após o clímax, sem cena extra no final ou na metade dos créditos.

É fiel ao videogame Doom?

É inspirado no universo do game, com referências visuais e sonoras, mas a trama original. A sequência em primeira pessoa é a homenagem mais direta à jogabilidade clássica.

Doom vale a pena em 2026?

Vale pelo fator nostalgia e pela curiosidade histórica como adaptação de videogame. Não espere um clássico de ficção científica, mas funciona bem como sessão pipoca de filme B marciano.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de adaptações de videogame clássico e que jogaram Doom 1 e 2 nos anos 90.
  • Quem curte terror espacial com criaturas tipo Event Horizon e Aliens.
  • Apaixonados por filmes de ação B com atmosfera marciana e gore prático dos anos 2000.