Veja o trailer do filme Diário de um Banana: Caindo na Estrada
Sobre o que é o filme
Greg Heffley está de volta, mas agora com um novo rosto. Em Diário de um Banana: Caindo na Estrada, o pré-adolescente convence os pais a colocar a família inteira dentro de um carro para uma longa viagem até o aniversário de 90 anos da avó.
O detalhe é que a parada real de Greg é outra: ele quer participar de uma convenção de games. A mentira é o combustível para uma sequência de trapalhadas que envolve o irmão, a mãe, o pai e até um porquinho fugitivo.
É o quarto filme da franquia baseada nos livros de Jeff Kinney, e o primeiro a abandonar a estética animada das ilustrações para usar atores de carne e osso.
Estreia e legado
O longa chegou aos cinemas brasileiros em 10 de agosto de 2017, distribuído pela 20th Century Fox. A aposta da produção era renovar a franquia com um elenco mais velho, já que os atores originais tinham crescido demais para os papéis.
A recepção foi fria: o filme amontoou críticas negativas e teve a pior bilheteria de toda a série. Muitos fãs reclamaram da ausência do estilo desenhado que dava identidade aos três filmes anteriores.
A direção de David Bowers, que já tinha assinado o terceiro capítulo, não conseguiu reverter a sensação de que a fórmula tinha perdido o charme.
Hoje, Caindo na Estrada é lembrado como um capítulo de transição, o ponto em que a série tentou modernizar antes de engavetar novos longas-metragens live-action.
Vale o ingresso?
Ponto alto: o elenco mirim entrega carisma suficiente para arrancar risadas do público-alvo. Jason Ian Drucker segura bem o protagonismo e tem boa química com Owen Asztalos, que vive o caçula Rodrick.
As cenas no parque de diversões e o caos no carro têm timing cômico decente para uma comédia infantil.
Ponto fraco: o roteiro é raso e depende quase 100% de humor escatológico. Quem assistia aos primeiros filmes esperando aquela ironia típica do diário de Greg vai sentir falta de piada mais afiada.
A viagem se arrasta em alguns momentos e o terceiro ato perde o ritmo. Para o público adulto, soa como um telefilme esticado.
Curiosidades dos bastidores
- O filme marca a primeira vez que a franquia abandona a técnica que mescla atores com animação em computação gráfica, apostando em cenários 100% reais.
- A convenção de games mostrada no longa é fictícia, mas a produção se inspirou em eventos reais como a PAX e a Comic-Con para desenhar os estandes.
- Jason Drucker precisou aprender a tocar uma guitarra desafinada para a cena em que Rodrick arrasta a banda para dentro do carro durante a viagem.
Perguntas frequentes
Diário de um Banana: Caindo na Estrada tem cena pós-créditos?
Não. O longa termina com uma cena simples de reunião familiar e não traz nenhuma sequência extra após os créditos finais.
Qual é a classificação etária do filme?
A classificação é livre. O conteúdo tem humor escatológico moderado, mas nada que impeça sessões com crianças pequenas acompanhadas.
Esse é o último filme da série?
Foi o último longa live-action lançado em cinemas. A franquia seguiu com o filme animado "Diary of a Wimpy Kid" (2021), que marcou a volta da animação.
Pra quem é este filme:
- Crianças de 7 a 11 anos que colecionam livros do Diário de um Banana e curtem Minecraft e games em geral.
- Fãs de comédias familiares com humor pastelão, no estilo de Um Salão do Barulho.
- Responsáveis que precisam de um filme leve para passar uma tarde no sofá com os filhos.
Título original: Diary of a Wimpy Kid: The Long Haul
País de origem: EUA
Data do lançamento: 10/08/2017
Distribuidora: 20th Century Fox
Diretor: David Bowers
Principais atores: