Veja o trailer do filme Conan, o Destruidor
Conan, o Destruidor — a premissa
Conan (Arnold Schwarzenegger) recebe uma proposta impossível da rainha Taramis (Sarah Douglas): liderar um grupo até uma ilha remota e recuperar a coroa do deus Dagoth, artefato de poder absurdo.
O preço do serviço é alto. Taramis promete ressuscitar Valeria, a amada morta do bárbaro. Em troca, ele deve escoltar a princesa Jehnna (Olivia d'Abo) durante a jornada.
O bárbaro não sabe que está sendo usado. Taramis planeja matá-lo assim que a missão acabar e sacrificar a jovem princesa em um ritual para o demônio Dagoth. Aventura e ação pesadas, com direito a traição, magia negra e monstros de parar o coração.
Estreia e legado nos cinemas
Conan, o Destruidor chegou aos cinemas brasileiros em 26 de outubro de 1984, distribuído pela Fox Film do Brasil. Foi a continuação oficial de Conan, o Bárbaro (1982), filme que consagrou Arnold Schwarzenegger como astro de Hollywood.
Para encaixar no público mais jovem, a produção reduziu a violência e o erotismo do primeiro longa, apostando em tom de sword and sorcery com humor e cores vibrantes.
Mesmo com críticas mornas na época, o filme se firmou como cult dos anos 80. É lembrado até hoje por ter reunido Schwarzenegger, Grace Jones, Wilt Chamberlain e a estreante Olivia d'Abo no mesmo elenco.
Recebeu prêmio Saturn pelo desempenho de Schwarzenegger e segue sendo relançado em edições restauradas, mantendo a chama do subgênero fantasia heroica viva entre colecionadores.
Vale o ingresso?
Ponto alto: a química entre Schwarzenegger, Grace Jones (como a guerreira Zula) e o hilário Tracey Walter como o ladrão Akiro. As cenas de luta contra o monstro de cera e a batalha final com Dagoth têm impacto real.
Ponto fraco: o roteiro entrega a virada de Taramis cedo demais, tirando parte da tensão. A jornada se arrasta no meio e a resolução é simplória para a quantidade de personagens em jogo.
É um filme menor que o primeiro, mas que diverte com honestidade. Para quem cresceu nos anos 80, é encontro marcado.
Curiosidades de bastidores
- Wilt Chamberlain, astro da NBA, interpreta Bombaata, o gigante guardião. Foi uma das raras aparições do jogador em grandes produções de Hollywood.
- Foi o primeiro papel de destaque de Olivia d'Abo, que tinha apenas 13 anos durante as filmagens no México.
- O longa foi pensado para ter menos violência que o anterior, visando atrair um público mais jovem e garantir classificação mais leve nos cinemas.
Perguntas frequentes
Conan, o Destruidor é sequência de qual filme?
É a sequência direta de Conan, o Bárbaro (1982), ambos protagonizados por Arnold Schwarzenegger e baseados nos contos de Robert E. Howard.
Conan, o Destruidor vale a pena em 2024?
Vale, especialmente para fãs de fantasia dos anos 80 e do universo Conan. É diversão despretensiosa, com atuações marcantes e boas cenas de ação.
Conan, o Destruidor tem cena pós-créditos?
Não. O filme termina com a resolução da jornada e a tela escurece sem cenas extras após os créditos.
Pra quem é este filme:
- Fãs de fantasia heroica estilo Conan e He-Man, interessados em reler os quadrinhos originais de Robert E. Howard.
- Admiradores de Grace Jones, Wilt Chamberlain e Olivia d'Abo, que estreou aqui antes de brilhar em Matilda e O Silêncio dos Inocentes.
- Colecionadores de VHS e DVDs da era De Laurentiis, com capas pintadas e duelos épicos de espada.
Título original: Conan the Destroyer
País de origem: EUA
Data do lançamento: 26/10/1984
Distribuidora: Fox Film do Brasil
Diretor: Richard Fleischer
Principais atores: