Veja o trailer do filme Círculo de Fogo: A Revolta

Círculo de Fogo: A Revolta

Círculo de Fogo: A Revolta

Do ferro-velho para a cabine do Jaeger

Jake Pentecost (John Boyega) tem o sangue do pai, mas não a disciplina. Filha de John Boyega vive catando peças de robôs gigantes em ferros-velhos até cruzar com a jovem Amara (Cailee Spaeny), que constrói um Jaeger em miniatura no quintal.

Os dois são capturados e, para escapar da prisão, são jogados de volta no programa de defesa. A missão: pilotar robôs contra uma nova ameaça que ressurge do fundo do oceano. Ação em escala máxima, com cara de ficção científica e orçamento de blockbuster.

De 2018 para cá: como a sequência envelheceu

Círculo de Fogo: A Revolta chegou aos cinemas brasileiros em 22 de março de 2018, assumindo o lugar de Bad Times at the El Royale nas salas.

A produção custou cerca de 150 milhões de dólares e faturou pouco mais de 290 milhões no mundo, número considerado abaixo das expectativas da Universal. Mesmo assim, a abertura forte no mercado chinês manteve a franquia viva por um tempo.

A crítica recebeu o filme de forma morna: 42% no Rotten Tomatoes e 44 no Metacritic. O consenso foi que a direção de Steven S. DeKnight (showrunner de Spartacus e Demolidor) entregava um divertimento raso, mas funcional. Hoje, a sequência é lembrada mais pela virada de tom em direção ao público jovem do que pelo impacto cultural do original de Guillermo del Toro.

Vale o ingresso?

Ponto alto: as sequências de combate entre os Jaegers seguem funcionalmente empolgantes, com direito a lutas urbanas e golpes sincronizados em dupla. O visual dos robôs continua caprichado.

Ponto fraco: o roteiro entrega uma trama sobre novos pilotos sem a tensão política do primeiro filme. Os vilões são rasos e as piadas miram em um público bem mais novo.

Bastidores e curiosidades

  • Guillermo del Toro, diretor do primeiro longa, permaneceu como produtor, mas passou o bastão de direção para Steven S. DeKnight.
  • Charlie Day, Burn Gorman e Rinko Kikuchi são os únicos atores que reprisam seus papéis do filme de 2013.
  • As filmagens aconteceram principalmente em Xangai e na China, comédia para expandir o apelo comercial do filme no mercado asiático.

Perguntas frequentes

Círculo de Fogo: A Revolta é continuação direta do primeiro filme? Sim. A história se passa dez anos após os eventos de Círculo de Fogo (2013) e mostra o que aconteceu com o programa Jaeger depois da derrota dos kaiju.

O filme tem cena pós-créditos? Tem uma cena rápida no final, mas funciona mais como teaser do que como complemento da trama principal.

Preciso ter assistido o primeiro Círculo de Fogo para entender? Não é obrigatório, mas ajuda. A história explica o básico dos Jaegers, mas várias referências ao longa original passam despercebidas sem esse contexto.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de mecha e anime que curtem robôs gigantes destruindo cidades (Power Rangers, Gundam, Evangelion).
  • Quem gosta de ação e aventura sem compromisso, estilo blockbuster de sábado à tarde.
  • Espectadores que cresceram com o primeiro Círculo de Fogo e querem ver a continuidade da saga dos Jaegers.