Veja o trailer do filme Chocolate City
Chocolate City
O que esperar de Chocolate City
Chocolate City acompanha Michael, um estudante universitário que está prestes a perder a bolsa e vê na noite a saída para pagar as contas. Um encontro com o dono de um clube de strip masculino muda o rumo da vida dele, puxando-o para um submundo de notas, fama local e decisões complicadas.
Dirigido e roteirizado por Jean-Claude La Marre, o filme se assume como um drama adulto, com clima de drama exploitation e muita sensualidade na superfície. Por baixo, discute dinheiro, identidade, orgulho e os atalhos que a faculdade não ensina.
A premissa é simples: um cara comum, um clube com clima noturno e a promessa de que o corpo também pode ser um ganha-pão. O resto é consequência.
Quando estreou e por que é lembrado
Chocolate City é um lançamento de 2015, com distribuição limitada nos cinemas dos Estados Unidos. O filme circulou mais em home video e em plataformas de streaming do que em circuito comercial, o que já dá o tom do tipo de produto que está em jogo aqui.
Ele entrou na cultura pop por dois motivos: o elenco, cheio de nomes ligados à música e à moda R&B, e a proposta quase underground de falar de clubes masculinos sem tentar moralizar a cada cinco minutos. É um filme de nicho que se tornou um pequeno cult entre fãs de cinema urbano adulto.
Não disputa Oscar, não passa em Cannes e não entra em listas de fim de ano. Mas rendeu sequências e conversas sobre representatividade negra no cinema exploitation, além de ter impulsionado uma certa nostalgia dos anos 2000.
Vale o ingresso?
Ponto alto: o elenco é o grande chamarisco. Reúne Vivica A. Fox, Michael Jai White, o modelo Tyson Beckford, o cantor Ginuwine e Carmen Electra, em um time que funciona bem como catálogo de cultura pop negra dos anos 2000.
Ponto fraco: a direção de La Marre é irregular, o roteiro aposta em diálogos expositivos e a produção tem cara de telefilme esticado. Falta ritmo e sobra didatismo em algumas cenas.
É um filme de sessão pipoca com baixa expectativa, não uma obra-prima. Funciona melhor para quem já conhece o universo e topa o tom exploitation sem cobrar realismo.
Bastidores que valem a nota
- O modelo Tyson Beckford foi um dos grandes chamarizes do marketing, explorando a transição de ícone da moda para o cinema adulto.
- O cantor Ginuwine já tinha experiência com a indústria do entretenimento adulto antes do filme, o que ajudou no tom de algumas cenas.
- O diretor Jean-Claude La Marre também atua no longa, em um papel secundário como frequentador do clube, o que rendeu críticas sobre a divisão de atenção entre as duas funções.
Perguntas frequentes sobre Chocolate City
Chocolate City é um filme bom?
É um filme irregular, com boas atuações de elenco e roteiro fraco. Funciona como curiosidade de nicho, não como obra essencial.
Chocolate City tem cena pós-créditos?
Não há registro de cena pós-créditos. A narrativa se encerra dentro do tempo padrão do filme.
Onde assistir Chocolate City online?
O título circulou em plataformas de streaming e home video. Confira na grade logo abaixo os serviços que disponibilizam o longa no Brasil.
Pra quem é este filme:
- Fãs de dramas urbanos com elenco ligado ao R&B, hip-hop e cultura negra americana dos anos 2000.
- Curiosos por cinema exploitation assumido, que não se assustam com nudez frontal masculina e narrativa provocativa.
- Quem assistiu a Coach Carter - Treino para a Vida e quer ver o mesmo universo juvenil por um ângulo bem menos edulcorado.