Veja o trailer do filme Bruxa de Blair
Bruxa de Blair
Bruxa de Blair: o que esperar do filme
Em Bruxa de Blair (Blair Witch, 2016), um grupo de estudantes universitários entra na floresta de Black Hills para investigar o desaparecimento da irmã de James, que todos atribuem à lenda local da Bruxa de Blair.
A expedição começa otimista, com uma dupla de moradores se oferecendo para guiar o grupo. Mas a noite muda tudo: uma presença ameaçadora se instala na mata e a equipe percebe, aos poucos, que a lenda é real e mais sinistra do que imaginavam.
Dirigido por Adam Wingard, o longa aposta de novo na estética de filmagem caseira (found footage) e na câmera na mão como motor de tensão. É terror atmosférico, sustentado mais pelo clima do que por jumpscares.
Estreia e legado do filme
Bruxa de Blair chegou aos cinemas brasileiros em 15 de setembro de 2016, distribuído pela Paris Filmes. A campanha de marketing foi um dos grandes trunfos: o longa foi anunciado como O Bosque das Almas Perdidas, escondendo que se tratava de uma continuação espiritual do clássico A Bruxa de Blair (1999), o que gerou burburinho nas redes e na imprensa especializada.
Recepcionado com críticas mistas, o filme rendeu cerca de US$ 40 milhões em bilheteria global com orçamento baixo, mostrando que a marca ainda tinha fôlego comercial. Não levou prêmios relevantes, mas entrou para o debate sobre o futuro do subgênero found footage.
Hoje é lembrado como um produto de seu tempo: uma tentativa de revitalizar uma franquia de terror de referência, e uma boa porta de entrada para quem não viu o original de 1999.
Vale o ingresso?
Ponto alto: o terceiro ato é genuinamente tenso, com a câmera subjetiva finalmente sendo usada para confundir o espectador e criar um pânico claustrofóbico. O design de som é dos melhores do subgênero nos anos 2010.
Ponto fraco: o segundo ato arrasta, com decisões de personagens que beiram a burrice e pouco avanço real da trama. Quem espera uma revelação grande sobre a lenda pode sair frustrado.
Curiosidades dos bastidores
- O filme foi anunciado oficialmente como The Woods e só revelou ser uma sequência de A Bruxa de Blair no Festival de San Diego, com o trailer real divulgado horas depois.
- As filmagens aconteceram na floresta de Sunshine Valley, em Ontário, Canadá, com elenco e equipe isolados por semanas para entrar no clima de expedição.
- Há uma rápida cena pós-créditos que reconecta a história ao longa original de 1999, fechando um ciclo para os fãs mais atentos.
Perguntas frequentes
Bruxa de Blair (2016) é continuação do original de 1999?
Sim, funciona como continuação direta de A Bruxa de Blair (1999), ignorando o segundo filme de 2000 e a refilmagem de 2016 (confusão comum, mas são projetos diferentes).
Bruxa de Blair tem cena pós-créditos?
Tem. Há uma curta cena no final que amarra a trama ao filme de 1999 e funciona como um aceno para a franquia.
Bruxa de Blair é muito assustador?
É mais atmosférico do que violento. O terror vem do acúmulo de tensão, dos barulhos na floresta e da sensação constante de estar perdido, mais do que de gore explícito.
Pra quem é este filme:
- Fãs de terror found footage e da estética de filmagem caseira (Atividade Paranormal, Creep, REC).
- Quem viu o original de 1999 e quer revisitar a floresta de Black Hills com novos personagens.
- Curiosos por trás de franquias de terror modernas e pelo trabalho de Adam Wingard, diretor de Você é o Próximo e Death Note 2017.
Título original: Blair witch
País de origem: USA
Data do lançamento: 15/09/2016
Distribuidora: Paris Filmes
Diretor: Adam Wingard
Principais atores: