Veja o trailer do filme Batman: Assalto em Arkham

Batman: Assalto em Arkham

Batman: Assalto em Arkham

O que esperar do filme

Em Batman: Assalto em Arkham, Gotham vira um tabuleiro de xadrez entre três forças: o Batman, o Esquadrão Suicida (em formação) e o Coronga.

Quando o Charada rouba um pen drive com dados ultrassecretos do governo e é trancafiado em Arkham, Amanda Waller monta a operação suja: manda uma equipe de vilões se infiltrarem no manicômio e recuperarem a informação. Antes de o Coringa perceber o que está acontecendo.

Só que ninguém contou para o Batman que a invasão também aciona uma bomba-relógio plantada pelo Palhaço. O resultado é um filme que mistura ação pesada com suspense de invasão, embalado em 76 minutos de tiroteio e traição.

Quando estreou e por que ainda importa

Lançado em 2014 como parte do antigo Universo Animado DC, Batman: Assalto em Arkham foi o filme que provou que a DC conseguia entregar violência adulta em animação sem perder narrativa.

É considerado até hoje um dos longas animados mais bem avaliados do selo, funcionando como ponte entre Batman: O Cavaleiro das Trevas, Parte 1 e a fase de jogos da Rocksteady (Arkham Asylum, Arkham City). Quem assistiu na época lembra do boca a boca: pouca divulgação,口碑 absurdo entre fãs de quadrinho.

Cultuado no streaming, voltou a ser citado quando o Esquadrão Suicida virou franquia de live-action. Continua disponível em plataformas digitais e é referência obrigatória para quem curte o lado sombrio da DC.

Vale o ingresso?

Ponto alto: a dinâmica do Esquadrão Suicida. Pistoleiro, Arlequina, Crocodilo, Aranha Negra, Frio, Capitão Bumerangue e Katana funcionam como uma equipe de anti-heróis desajustada. A química entre Deadshot e Arlequina rouba a cena.

Ponto alto também: a violência gráfica e o tom cru. Não é um desenho para crianças — tem decapitação, tortura psicológica e humor negro.

Ponto fraco: o terceiro ato. Após o grande plot twist, a resolução acontece rápido demais e deixa pontas soltas, como a subtrama da bomba do Coringa.

Ponto fraco também: a versão brasileira. A dublagem clássica tem seus fãs, mas perdeu nuances do original. Quem puder, assina legendado.

  • Foi o primeiro filme animado a usar oficialmente o grupo Esquadrão Suicida antes da versão live-action de 2016
  • A direção é de Jay Oliva e Ethan Spaulding, dupla que depois comandaria Liga da Justiça Sombria
  • A classificação indicativa foi mais alta que a de qualquer outro filme animado da DC na época, justamente por causa da violência explícita

Batman: Assalto em Arkham faz parte do Universo Animado DC?

Sim, ele se passa entre os eventos de Batman: O Cavaleiro das Trevas, Parte 2 e Liga da Justiça Sombria, funcionando como sequência direta da fase dos Cavaleiros das Trevas.

O filme é violento demais para crianças?

Sim, não é recomendado para menores de 14 anos. Tem decapitações, tortura e linguagem pesada, diferente do tom de Lego Scooby-Doo! O Golpe da Praia, por exemplo.

Assalto em Arkham tem cena pós-créditos?

Não. Os créditos finais rolam logo após o desfecho da trama, sem cenas extras depois.

É melhor que o Esquadrão Suicida de 2016?

Para boa parte do público fã de DC, sim. A versão animada é mais enxuta, mais violenta e respeita melhor os personagens clássicos.

Vale assistir em 2024?

Vale. É um curta-metragem eficiente (76 minutos), com replay alto e entrada fácil no universo DC, sem precisar de curso prévio de quadrinhos.

Pra quem é este filme:

  • Fãs de animações adultas da DC que curtem violência estilizada e roteiros com dilema moral
  • Jogadores de Batman: Arkham que querem entender as conexões com o universo dos jogos
  • Colecionadores de mídia física atrás de longas animados fora do circuito Marvel

Título original: Batman: Assault on Arkham

País de origem: EUA

Data do lançamento: 31/12/2014

Diretor: Jay Oliva, Ethan Spaulding